Um jovem aproximou-se de um senhor de muita idade e perguntou:
- Que planta é esta que o senhor está cuidando?
- É uma jabuticabeira – respondeu o velho.
- E ela demora quanto tempo para dar frutos?
- Pelos menos uns quinze anos – informou o homem.
- E o senhor espera viver tanto tempo assim? – indagou, irônico o rapaz.
- Não, não creio que viva tudo isso, pois já estou no fim da minha jornada – disse o ancião.
- Então que vantagem você leva com isso, meu velho?
E o velhinho respondeu calmamente:
- Nenhuma, exceto a vantagem de saber que ninguém colheria jabuticabas se todos pensassem como você…
Muitas medidas tomadas hoje repercutirão no futuro. E tomara que você sinta orgulho de poder fazer, de alguma forma, parte dele e ter dado a sua contribuição.
Este blog destina-se a homenagear o nosso Divino Pai Eterno e levar a todos uma palavra de conforto, pensamentos, vídeos e histórias que mostram a grandeza do nosso Pai e como Ele age em tudo que nos cerca. Todas as religiões que exaltam nosso Divino Pai Eterno serão divulgadas nesse espaço, pois, o que mais queremos e a união e o fortalecimento de todos em torno do Pai. Seja Bem-vindo e traga-nos sugestões e pedidos.
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quinta-feira, 19 de abril de 2012
O sábio e o amor
O sábio recebeu a visita de um homem que dizia
que já não sabia mais amar …
O sábio ouviu…
Olhou-o nos olhos, disse apenas
uma palavra,
e calou-se:
- Mas Ame de Novo… recomece…
- Mas eu já disse:
Não sinto mais Amor
não sei mais Amar ninguém…!
- Simplesmente Ame..!
Amor é doação…
- disse novamente o sábio.
E percebendo o desconforto do homem,
depois de um breve silêncio,
o Sábio explicou:
- Amar é uma decisão,
não um sentimento;
Amar é dedicação e entrega.
Amar é um verbo e o fruto dessa ação é o amor.
- O amor é um exercício de jardinagem:
arranque o que faz mal, prepare o terreno,
semeie, seja paciente,
regue e cuide.
- Esteja preparado porque haverá pragas,
secas ou excesso de chuvas
mas nem por isso abandone o seu jardim.
Ame o seu par, ou seja, aceite-o, valorize-o,
respeite-o, dê-lhe afeto e ternura,
admire-o e compreenda-o.
Isso é tudo.
Ame!
A inteligência sem amor, faz-te perverso.
A justiça sem amor, faz-te implacável.
A diplomacia sem amor, faz-te hipócrita.
O êxito sem amor, faz-te arrogante.
A riqueza sem amor, faz-te avaro.
A docilidade sem amor faz-te servil.
A pobreza sem amor, faz-te orgulhoso.
A beleza sem amor, faz-te ridículo.
A autoridade sem amor, faz-te tirano.
O trabalho sem amor, faz-te escravo.
A simplicidade sem amor, deprecia-te.
A oração sem amor, faz-te introvertido.
A lei sem amor, escraviza-te.
A política sem amor, deixa-te egoísta.
A fé sem amor, deixa-te fanático.
A cruz sem amor, converte-se em tortura.
A vida sem amor…
não tem sentido…”
Autor desconhecido
que já não sabia mais amar …
O sábio ouviu…
Olhou-o nos olhos, disse apenas
uma palavra,
e calou-se:
- Mas Ame de Novo… recomece…
- Mas eu já disse:
Não sinto mais Amor
não sei mais Amar ninguém…!
- Simplesmente Ame..!
Amor é doação…
- disse novamente o sábio.
E percebendo o desconforto do homem,
depois de um breve silêncio,
o Sábio explicou:
- Amar é uma decisão,
não um sentimento;
Amar é dedicação e entrega.
Amar é um verbo e o fruto dessa ação é o amor.
- O amor é um exercício de jardinagem:
arranque o que faz mal, prepare o terreno,
semeie, seja paciente,
regue e cuide.
- Esteja preparado porque haverá pragas,
secas ou excesso de chuvas
mas nem por isso abandone o seu jardim.
Ame o seu par, ou seja, aceite-o, valorize-o,
respeite-o, dê-lhe afeto e ternura,
admire-o e compreenda-o.
Isso é tudo.
Ame!
A inteligência sem amor, faz-te perverso.
A justiça sem amor, faz-te implacável.
A diplomacia sem amor, faz-te hipócrita.
O êxito sem amor, faz-te arrogante.
A riqueza sem amor, faz-te avaro.
A docilidade sem amor faz-te servil.
A pobreza sem amor, faz-te orgulhoso.
A beleza sem amor, faz-te ridículo.
A autoridade sem amor, faz-te tirano.
O trabalho sem amor, faz-te escravo.
A simplicidade sem amor, deprecia-te.
A oração sem amor, faz-te introvertido.
A lei sem amor, escraviza-te.
A política sem amor, deixa-te egoísta.
A fé sem amor, deixa-te fanático.
A cruz sem amor, converte-se em tortura.
A vida sem amor…
não tem sentido…”
Autor desconhecido
quarta-feira, 18 de abril de 2012
terça-feira, 17 de abril de 2012
Um dia, um anjo passou por mim…
No início da minha vida profissional, senti-me atraído em tratar crianças, me entusiasmei com a oncologia infantil. Tinha, e tenho ainda hoje, um carinho muito grande por crianças. Elas nos enternecem e nos surpreendem com suas maneiras simples e diretas de ver o mundo, sem meias verdades.
Nós médicos somos treinados para nos sentirmos “deuses”. Só que não o somos! Não acho o sentimento de onipotência de todo ruim, se bem dosado. É este sentimento que nos impulsiona, que nos ajuda a vencer desafios, a se rebelar contra a morte e a tentar ir sempre mais além. Se mal dosado, porém, este sentimento será de arrogância e prepotência, o que não é bom. Quando perdemos um paciente, voltamos à planície, experimentamos o fracasso e os limites que a ciência nos impõe e entendemos que não somos deuses. Somos forçados a reconhecer nossos limites!
Recordo-me com emoção do Hospital do Câncer de Pernambuco, onde dei meus primeiros passos como profissional. Nesse hospital, comecei a freqüentar a enfermaria infantil, e a me apaixonar pela oncopediatria. Mas também comecei a vivenciar os dramas dos meus pacientes, particularmente os das crianças, que via como vítimas inocentes desta terrível doença que é o câncer.
Nós médicos somos treinados para nos sentirmos “deuses”. Só que não o somos! Não acho o sentimento de onipotência de todo ruim, se bem dosado. É este sentimento que nos impulsiona, que nos ajuda a vencer desafios, a se rebelar contra a morte e a tentar ir sempre mais além. Se mal dosado, porém, este sentimento será de arrogância e prepotência, o que não é bom. Quando perdemos um paciente, voltamos à planície, experimentamos o fracasso e os limites que a ciência nos impõe e entendemos que não somos deuses. Somos forçados a reconhecer nossos limites!
Recordo-me com emoção do Hospital do Câncer de Pernambuco, onde dei meus primeiros passos como profissional. Nesse hospital, comecei a freqüentar a enfermaria infantil, e a me apaixonar pela oncopediatria. Mas também comecei a vivenciar os dramas dos meus pacientes, particularmente os das crianças, que via como vítimas inocentes desta terrível doença que é o câncer.
quinta-feira, 12 de abril de 2012
A arte de solucionar problemas
O trem atravessava sacolejando os subúrbios de Tóquio numa modorrenta tarde de primavera.
Um dos vagões estava quase vazio: apenas algumas mulheres e idosos e um jovem lutador de Aikidô.
O jovem olhava, distraído, pela janela, a monotonia das casas sempre iguais e dos arbustos cobertos de poeira.
Chegando a uma estação as portas se abriram e, de repente, a quietude foi rompida por um homem que entrou cambaleando, gritando com violência palavras sem nexo.
Era um homem forte, com roupas de operário. Estava bêbado e imundo.
Aos berros, empurrou uma mulher que carregava um bebê ao colo e ela caiu sobre uma poltrona vazia. Felizmente nada aconteceu ao bebê.
O operário furioso agarrou a haste de metal no meio do vagão e tentou arrancá-la. Dava para ver que uma das suas mãos estava ferida e sangrava.
O trem seguiu em frente, com os passageiros paralisados de medo e o jovem se levantou.
O lutador de Aikidô estava em excelente forma física. Treinava oito horas todos os dias, há quase três anos.
Um dos vagões estava quase vazio: apenas algumas mulheres e idosos e um jovem lutador de Aikidô.
O jovem olhava, distraído, pela janela, a monotonia das casas sempre iguais e dos arbustos cobertos de poeira.
Chegando a uma estação as portas se abriram e, de repente, a quietude foi rompida por um homem que entrou cambaleando, gritando com violência palavras sem nexo.
Era um homem forte, com roupas de operário. Estava bêbado e imundo.
Aos berros, empurrou uma mulher que carregava um bebê ao colo e ela caiu sobre uma poltrona vazia. Felizmente nada aconteceu ao bebê.
O operário furioso agarrou a haste de metal no meio do vagão e tentou arrancá-la. Dava para ver que uma das suas mãos estava ferida e sangrava.
O trem seguiu em frente, com os passageiros paralisados de medo e o jovem se levantou.
O lutador de Aikidô estava em excelente forma física. Treinava oito horas todos os dias, há quase três anos.
sábado, 24 de março de 2012
Pão de Cristo
Depois de meses sem encontrar trabalho, viu-se obrigado a recorrer à mendicância para sobreviver, coisa que o entristecia e envergonhava muito.
Numa tarde fria de inverno, encontrava-se nas imediações de um clube social, quando viu chegar um casal.
Víctor lhe pediu algumas moedas para poder comprar algo para comer.
-Sinto muito, amigo, mas não tenho trocado - disse ele.
Sua esposa, ouvindo a conversa perguntou:
-Que queria o pobre homem?
segunda-feira, 19 de março de 2012
Olhe as pessoas nos olhos
Diga sempre "muito obrigado."
Diga sempre "por favor".
Seja o primeiro a dizer "olá".
Devolva tudo o que pegar emprestado.
Sorria muito, não custa nada e não tem preço.
Lembre-se do aniversário dos amigos.
Quando alguém contar alguma coisa importante que lhe aconteceu, não tente superá-lo.
As pessoas também têm o direito de aparecer.
Jamais prive uma pessoa de esperança, pode ser que ela só tenha isso.
Elogie em público,
Critique em particular.
sábado, 17 de março de 2012
A Última viagem de Táxi
Há vinte anos, eu ganhava a vida como motorista de táxi. Era uma vida de cowboy própria para alguém que não deseja ter patrão. O que eu não percebi é que aquela vida era também um ministério.
Em face de eu dirigir no turno da noite, meu táxi tornou-se um repositório de reminiscências ambulante, às vezes um confessionário. Os passageiros embarcavam e sentavam atrás, totalmente anônimas, e contavam episódios de suas vidas, suas alegrias e suas tristezas.
Encontrei pessoas cujas vidas surpreenderam-me, enobreceram-me, fizeram-me rir e chorar. Mas nenhuma tocou-me mais do que a de uma velhinha que eu peguei tarde da noite - era Agosto. Eu havia recebido uma chamada de um pequeno prédio de tijolinhos, de quatro andares, em uma rua tranqüila de um subúrbio da cidade. Eu imaginara que iria pegar pessoas num fim de festa, ou alguém que brigara com o amante, ou talvez um trabalhador indo para um da madrugada de alguma fábrica da parte industrial da cidade. Quando eu cheguei às 02.30 da madrugada, o prédio estava escuro, com exceção de uma única lâmpada acesa numa janela do térreo.
terça-feira, 13 de março de 2012
domingo, 11 de março de 2012
domingo, 4 de março de 2012
Amor... Viver é Amar
Poesia de Luciene Martins Tanaka e Vídeo de Thais Helena Martins Tanaka
sexta-feira, 2 de março de 2012
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
O Caminho para Felicidade
O caminho para a felicidade não é reto.
Existem curvas chamadas EQUÍVOCOS,
Existem semáforos chamados AMIGOS,
Luzes de cautela chamadas FAMÍLIA,
E tudo se consegue se tens: um estepe chamado DECISÃO,
Um motor poderoso chamado AMOR,
Um bom seguro chamado Fé,
Combustível abundante chamado PACIÊNCIA,
Mas acima de tudo um motorista habilidoso chamado DEUS!
Mahatma Gandhi
Existem curvas chamadas EQUÍVOCOS,
Existem semáforos chamados AMIGOS,
Luzes de cautela chamadas FAMÍLIA,
E tudo se consegue se tens: um estepe chamado DECISÃO,
Um motor poderoso chamado AMOR,
Um bom seguro chamado Fé,
Combustível abundante chamado PACIÊNCIA,
Mas acima de tudo um motorista habilidoso chamado DEUS!
Mahatma Gandhi
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
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