segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Sólido como uma rocha

Mesmo sem jeans rasgados, sua figura aos dez anos de idade era desleixada. Nenhum dos seus colegas da quinta série conhecia alguém mais mal vestido e sem educação do que Marco. Era seu quinto dia de escola numa tradicional cidade de famílias ricas da Nova Inglaterra. Os pais de Marco eram imigrantes que trabalhavam na colheita de frutas e os colegas o olhavam com desconfiança. Apesar de cochicharem e rirem de suas roupas, ele parecia não notar.

Então veio a hora do recreio e do beisebol. Marco fez o primeiro ponto, o que lhe valeu um pouco de respeito por parte dos críticos dos seus trajes. O próximo a rebater era Richard, o menos atlético e mais obeso da turma. Depois da segunda tentativa frustrada de Richard (recebida com reclamações da torcida), Marco cochichou em seu ouvido:

– Esquece eles, garoto. Vai lá e bate.

Richard bateu e acertou. Nesse preciso momento, alguma coisa mudou na atitude da classe. Nos meses seguintes, Marco ensinou muitas coisas aos colegas. Coisas como saber se uma fruta estava madura, como chamar o peru selvagem e, principalmente, como tratar as pessoas.

Quando os pais de Marco terminaram seu trabalho naquela região, a classe já estava em clima de Natal. Enquanto os outros alunos traziam echarpes finas, perfumes e sabonetes, Marco chegou à mesa da professora com um presente especial. Era uma pedra, que ele entregou, dizendo:

– Dei um polimento especial.

Anos mais tarde, a professora ainda conservava a pedra de Marco em sua mesa. No começo de cada ano letivo, ela contava à nova classe a história do garoto que ensinou a ela e aos colegas a não julgar o conteúdo pela aparência. Pois o que está por dentro é o que conta.

Você não está só – Histórias de amor e coragem
Jack Canfield, Mark Victor Hansen e Barry Spilchuck
Ediouro

domingo, 30 de dezembro de 2012

A Bíblia

Há muitos anos, existiu um homem muito rico que no dia do seu aniversário convocou a criadagem a sua sala para receberem presentes.

Colocou-os a sua frente na seguinte ordem: cocheiro, jardineiro, cozinheira, arrumadeira e o pequeno mensageiro. Em seguida dirigindo-se a eles, explicou o motivo de os haver chamado até ali e, por fim, fez-lhes uma pergunta, esperando de cada um a sua própria resposta. Essa foi a pergunta feita:

- O que prefere você receber agora: esta Bíblia ou este valor em dinheiro?

-Eu gostaria de receber a Bíblia -- respondeu pela ordem o cocheiro. - Mas, como não aprendi a ler, o dinheiro me será bastante mais útil!

Recebeu então a nota, de valor elevado na época, e agradeceu ao patrão.

Esse pediu-lhe que permanecesse em seu lugar.

Era a vez do jardineiro fazer a sua escolha e, escolhendo bem as palavras, falou:

- Minha mulher está adoentada e por esta razão tenho necessidade do dinheiro; em outra circunstância escolheria, sem dúvida, a Bíblia.

Como aconteceu com o primeiro, ele também permaneceu na sala após receber o valor das mãos do patrão. Agora, pela ordem, falaria a cozinheira que teve tempo de elaborar  bem a sua resposta:

- Eu sei ler, porém, nunca encontro tempo para sequer folhear uma revista; portanto, aceito o dinheiro para comprar um vestido novo.

- Eu já possuo uma Bíblia e não preciso de outra; assim, prefiro o dinheiro -- informou a arrumadeira, em poucas palavras.

Finalmente, chegou a vez do menino de recados. Sabendo-o bastante necessitado, o patrão adiantou-se em dizer-lhe:

- Certamente você também ira preferir dinheiro, para comprar uma nova sandália, não é isso, meu rapaz?

- Muito obrigado pela sugestão. De fato estou precisando muito de um calçado novo, mas vou preferir a Bíblia. Minha mãe me ensinou que a Palavra de Deus é mais desejável do que o ouro... -- disse o pequeno mensageiro.

Ao receber o bonito volume, o menino feliz o abriu e nisso caiu aos seus pés uma moeda de ouro. Virando outras paginas, foi deparando com outros valores em notas. Vendo isso, os outros criados perceberam o seu erro e envergonhados deixaram o recinto.

A sós com o menino, disse-lhe comovido o patrão: "Que Deus o abençoe, meu filho, e também a sua mãe, que tão bem o ensinou a valorizar a Palavra de Deus."

sábado, 29 de dezembro de 2012

Biscoito de Polvilho


Santo Inácio nos diz que "não é o muito saber que sacia e satisfaz a
alma mas sim o sentir e saborear as coisas internamente". EE 2


BISCOITO DE POLVILHO

Todos já estavam notando a diferença no meu comportamento. Eu estava mais alegre, radiante, era impossível não ver minha felicidade! Até a maneira mais carinhosa e afetuosa com a qual vinha tratando a todos
chamava a atenção.

E eu também estava louca para que eles entendessem o que estava
acontecendo comigo. . .

Foi quando resolvi mostrar-lhes um biscoito de polvilho. Segurei-o em
minhas mãos e perguntei-lhes:
-Quem sabe o que é isso?

E todos responderam: -Um biscoito de polvilho!

-E para que serve um biscoito de polvilho?
-Para comermos!

-Muito bem! Como são vendidos os biscoitos de polvilho?
-Embalados em sacos plásticos!

-Onde são cozidos?
-No forno!

- Que beleza vocês sabem tudo sobre biscoito de polvilho...Só mais uma
pergunta: este biscoito que está na minha mão é doce ou salgado?
Houve um breve silêncio e então alguém argumentou:
-Só vamos saber se experimentarmos...
-Pois é isso!

Todos vocês vêm notando em mim uma mudança e tem me perguntado o que anda acontecendo comigo. Até algum tempo atrás eu sabia tudo sobre JESUS o que foi muito bom porque me aproximou dele, mas recentemente entendi que não bastava apenas “saber sobre ELE”, era necessário EXPERIMENTÁ-LO em minha vida. Abri sinceramente incondicionalmente meu coração a ELE.

Pude então realmente sentir o “SABOR” de seu imenso AMOR. “SABOR” ao qual foi impossível não render-me e deliciar-me. De um AMOR QUE TUDO TRANSFORMA, E QUE FAZ TODA A DIFERENÇA, SABOR de “quero sempre mais”, SABOR que vocês também podem conhecer, basta abrir seu coração e querer
experimentá-lo!!!

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

A Borboleta

A sabedoria popular nos diz que Deus escreve certo por linhas tortas e
S. Paulo na carta aos romanos nos diz que "Tudo concorre para o bem
daqueles que amam a Deus." Essa mensagem nos ajuda a perceber que Deus se utiliza mesmo daquilo que parece ser um sofrimento para que nós, seus filhos tenhamos a capacidade de ser aquilo que Ele sonha para nós.


A Lição da Borboleta:

     Andando por um jardim, o homem percebeu um pequeno casulo que se contorcia, preso a um galho de árvore. Aproximou-se. Por uma pequena abertura viu a borboleta que tentava romper aquela casca e libertar-se.
O homem sentou-se e ficou observanndo aquele silencioso drama da
natureza que se desenrolava sob seus olhos.

O tempo passava. A borboleta lutava e nada. A abertura era muito
estreita, o casulo era resistente e ela, apesar do esforço, não
conseguia sair. Então, a borboleta parou de lutar. Aparentemente
tinham-se esgotado suas forças. O homem chegou bem perto do casulo,
tocou-o com a ponta do dedo e, imediatamente, a borboleta voltou a se
contorcer. Longos minutos de mais esforços e luta e, nada... A
borboleta mais uma vez se cansou e ficou imóvel. Parecia ter chegado ao
seu limite. O homem decidiu então intervir e ajudar. Com uma pequena
tesoura, cuidadosamente foi cortando a parede do casulo até que a
borboleta se viu livre. Ele sorriu, satisfeito e ficou esperando que
ela, finalmente, voasse.
     Mas algo estranho ocorreu. O corpo da borboleta estava ainda
pequenino e frágil. Suas asas, amassadas, não conseguiam estender-se e
permaneciam murchas e atrofiadas. Ela mal conseguia se arrastar pelo
chão. Aquela borboleta nunca seria capaz de voar...
     O homem então se deu conta de que, na sua vontade de ajudar, ele,
na verdade, havia condenado a borboleta. Ele não sabia que o esforço
para romper o casulo era a forma que a natureza tinha inventado para
fortalecer o corpo da borboleta, desenvolver suas asas e fazê-la voar.
     Algumas vezes, o esforço, a luta é justamente o que nos fortalece
e prepara para os desafios da vida. Se Deus permitisse que passássemos
pela vida sem nenhum obstáculo ou dificuldade, sem ter que vencer
nenhuma barreira, Ele nos deixaria como que atrofiados, aleijados,
incapazes de vôos mais altos.
     É por isso que, na oração, nem sempre recebemos exatamente o que
pedimos...
     Eu pedi força... e Deus me deu dificuldades para superar e, assim
me fortalecer.
     Eu pedi sabedoria, conhecimento... e Deus me deu problemas para
resolver.
     Eu pedi prosperidade, solução para problemas materiais... e Deus
me deu capacidade para trabalhar.
     Eu pedi saúde, cura... e Ele me deu forças, paciência, compreensão
e esperança.
     Eu pedi coragem, disposição... e Deus me deu perigos para
enfrentar e superar.
     Eu pedi favores, facilidades... e Deus me deu oportunidades.
     Eu pedi carinho e amor... e Deus me deu pessoas com quem conviver.
     Na minha oração eu não recebi nada do que pedi... mas sim tudo o
que precisava!

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

A carpa

A carpa japonesa tem a capacidade natural de crescer de acordo com o tamanho do seu ambiente. Assim, num pequeno tanque, ela geralmente não passa de cinco ou sete centímetros -- mas pode atingir três vezes esse tamanho, se colocada num lago.
Da mesma maneira, as pessoas têm a tendência de crescer de acordo com o ambiente que as cerca. Só que, neste caso, não estamos falando de características físicas, mas de desenvolvimento emocional, espiritual e intelectual.
Enquanto a carpa é obrigada, para seu próprio bem, a aceitar os limites do seu mundo, nós estamos livres para estabelecer as fronteiras de nossos sonhos.
Se somos um peixe maior do que o tanque em que fomos criados, em vez de nos adaptarmos a ele, devemos buscar o oceano -- mesmo que a adaptação inicial seja desconfortável e dolorosa.
Pense nisto. Existe um oceano esperando por você.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Inferno ou Paraíso?

Certa vez, perguntei para o Ramesh, um de meus mestres na Índia:
"Por que existem pessoas que saem facilmente dos problemas mais complicados, enquanto outras sofrem por problemas muito pequenos, morrem afogadas num copo de água?"
Ele simplesmente sorriu e me contou uma história.
"Era um sujeito que viveu amorosamente toda a sua vida. Quando morreu, todo mundo lhe falou para ir ao céu, um homem tão bondoso quanto ele somente poderia ir para o paraíso. Ir para o céu não era tão importante para aquele homem, mas mesmo assim ele foi até lá.
Naquela época, o céu não havia ainda passado por um programa de qualidade total. A recepção não funcionava muito bem, a moça que o recebeu deu uma olhada rápida nas fichas em cima do balcão e, como não viu o nome dele na lista, o orientou a ir para o Inferno.
E, no Inferno, ninguém exige crachá nem convite, qualquer um que chega é convidado a entrar. O sujeito entrou e foi ficando...
Alguns dias depois, Lúcifer chega furioso às portas do paraíso para tomar satisfações com São Pedro: "Isso que você está fazendo é puro terrorismo!!'
Sem saber o motivo de tanta raiva, Pedro pergunta do que se trata. Um transtornado Lúcifer responde:
"Você mandou aquele sujeito para o inferno e ele está me desmoralizando! Chegou escutando as pessoas, olhando-as nos olhos, conversando com elas. Agora, está todo mundo dialogando, abraçando-se, beijando-se. O inferno não é lugar para isso! Por favor, traga esse sujeito de lá!'"
Quando Ramesh terminou de contar esta história olhou-me carinhosamente e disse:
"Viva com tanto amor no coração que se, por engano, você for parar no Inferno, o próprio demônio o mandará para o Paraíso."

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Mensagem de Natal

Que neste Natal
Aquela magia toda guardada durante todo o ano
Venha presente nos corações daqueles que festejam o amor.

Que não apenas seja uma comemoração,
Mas um início para uma nova geração.

O Natal simboliza nova vida,
Pois nele comemoramos o nascimento do Homem
Que modificou a nossa maneira de ver o mundo.
Trazendo-nos amor e esperança.

Que neste natal sejam confraternizados todos os desejos
De um mundo melhor.

Que todos estabeleçam um novo vigor de humanidade.
E que nada seja mais forte do que a união
Daqueles que brindam o afeto entre eles.

Feliz Natal e Próspero Ano Novo

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

As flores encomendadas

Um grande carro de luxo parou diante do pequeno escritório à entrada do cemitério e o chofer, uniformizado, dirigiu-se ao vigia.
- Você pode acompanhar-me, por favor? É que minha patroa está doente e não pode andar, explicou. Quer ter a bondade de vir falar com ela? Uma senhora de idade, cujos olhos fundos não podiam ocultar o profundo sofrimento, esperava no carro.
- Nestes últimos dois anos mandei-lhe cinco dólares por semana.
- Para as flores, lembrou o vigia.
- Justamente. Para que fossem colocadas na sepultura de meu filho.
- Vim aqui hoje, disse um tanto consternada, porque os médicos me avisaram que tenho pouco tempo de vida. Então quis vir até aqui para uma última visita e para lhe agradecer.
O funcionário teve um momento de hesitação, mas depois falou com delicadeza:
- Sabe, minha senhora, eu sempre lamentei que continuasse mandando o dinheiro para as flores.
- Como assim? Perguntou a senhora.
- É que... A senhora sabe... As flores duram tão pouco tempo, e afinal, aqui, ninguém as vê...
- O senhor sabe o que está dizendo? Retrucou a senhora.
- Sei, sim minha senhora. Pertenço a uma associação de serviço social, cujos membros visitam os hospitais e os asilos. Lá, sim, é que as flores fazem muita falta. Os internados podem vê-las e apreciar seu perfume.
A senhora deixou-se ficar em silêncio por alguns segundos. Depois, sem dizer uma palavra, fez um sinal ao chofer para que partissem.
Apenas alguns meses depois, o vigia foi surpreendido por outra visita. Duplamente surpreendido porque, desta vez, era a própria senhora que vinha guiando o carro.
- Agora eu mesma levo as flores aos doentes, explicou-lhe, com um sorriso amável. O senhor tem razão. Os enfermos ficam radiantes e faz com que eu me sinta feliz. Os médicos não sabem a razão da minha cura, mas eu sei: é que eu reencontrei motivos para viver. Não esqueci meu filho, pelo contrário, dou as flores em seu nome e isso me dá forças.
Esta senhora descobrira o que quase todos não ignoramos, mas muitas vezes esquecemos. Auxiliando os outros, conseguimos auxiliar a nós mesmos.

domingo, 23 de dezembro de 2012

O tanquinho de areia


Um menininho brincava no tanque de areia da praça naquela manhã de sábado. Tinha com ele sua caixa de carrinhos e caminhões, seu balde plástico e uma pá vermelha brilhante. No processo de criar estradas e túneis na areia macia, ele descobriu uma pedra grande no meio do tanque de areia.
O mocinho cavou ao redor da pedra, conseguindo desalojar a sujeira. Com muito esforço, usando as mãos, os pés e em todas as posições possíveis, ele conseguiu empurrar a pedra através do tanque de areia. Era um menino muito pequeno e a pedra, para ele, era enorme. Quando o menino alcançou a borda do tanque de areia, ele descobriu que mais difícil ainda ia ser passar a pedra sobre a pequena parede.
Determinado, o menininho empurrou, empurrou e empurrou, mas a cada vez que ele achava ter feito algum progresso, a pedra virava e rolava de volta para o tanque. O menininho grunhiu, lutou, empurrou, mas sua única recompensa era ter a pedra rolando de volta, esmagando seus dedinhos rechonchudos. Finalmente rompeu em lágrimas de frustração.
Durante todo o tempo, seu pai o observava de sua janela, aguardando o desenvolvimento de todo o drama. No momento em que as lágrimas caíram, uma sombra grande caiu sobre o menino. Era seu pai. Suavemente mas com firmeza, ele disse:
- Filho, por quê você não usou toda a força que você tinha disponível?
Derrotado, o menino respondeu:
- Mas eu usei, pai! Usei toda a força que eu tinha!
- Não, meu filho, corrigiu o pai bondosamente. - Você não usou toda a força que você tinha. Você não me pediu ajuda.
- E o pai do menino se abaixou, pegou a pedra e a retirou do tanque de areia.
Soa familiar???

sábado, 22 de dezembro de 2012

A cadeira

O sacerdote foi chamado para orar por um homem muito enfermo. Quando o sacerdote entrou no quarto, encontrou o pobre homem na cama com a cabeça apoiada num par de almofadas.
Havia uma cadeira ao lado da cama, fato que levou o sacerdote a pensar que o homem estava aguardando a sua chegada.
- Suponho que estava me esperando? - disse o sacerdote.
- Não, quem é você? - respondeu o homem enfermo.
- Sou o sacerdote que a sua filha chamou para orar por você; quando entrei e vi a cadeira vazia ao lado da sua cama, imaginei que você soubesse que eu viria visitá-lo.
- Ah sim, a cadeira! Entre e feche a porta.
Então o homem enfermo lhe disse:
- Nunca contei para ninguém, mas passei toda a minha vida sem ter aprendido orar.
Não sabia direito como se deve orar.
E nunca dei muita importância para a oração. Pensava que Deus estava muito distante de mim.
- Assim sendo, há muito tempo abandonei por completo a ideia de falar com Deus.
Até que um amigo me disse:
"José, orar é muito simples Orar é conversar com Jesus, e isto eu sugiro que você nunca deixe de fazer... você se senta numa cadeira e coloca outra cadeira vazia na sua frente. Em seguida, com muita fé, você imagina que Jesus está sentado ali,bem diante de você.
Afinal Jesus mesmo disse: -  "Eu estarei sempre com vocês".
- Portanto, você pode falar com Ele e escutá-lo, da mesma maneira como está fazendo comigo agora.
- Pois assim eu procedi e me adaptei à ideia  Desde então, tenho conversado com Jesus durante umas duas horas diárias. Tenho sempre muito cuidado para que a minha filha não me veja, pois me internaria num manicômio imediatamente.  O sacerdote sentiu uma grande emoção ao ouvir aquilo, e disse a José que era muito bom o que estava fazendo e que não deixasse nunca de fazê-lo. Em seguida orou com ele e foi embora.
Dois dias mais tarde, a filha de José comunicou ao sacerdote que seu pai havia falecido. O sacerdote então perguntou:
- Ele faleceu em paz?
- Sim, quando eu estava me preparando para sair, ele me chamou ao seu quarto. Ele disse que me amava muito e me deu um beijo.
Quando eu voltei das compras, uma hora mais tarde, já o encontrei morto.
Porém há algo de estranho em relação à sua morte, pois aparentemente antes de morrer, chegou perto da cadeira que estava ao lado da cama e encostou a cabeça nela. Foi assim que eu o encontrei. Porque será isto? - perguntou a filha.
O sacerdote, profundamente emocionado, enxugou as lágrimas e respondeu:
- Ele partiu nos braços do seu melhor amigo...

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

A catadora de vidro

Uma família de cinco pessoas estava passeando um dia na praia. As crianças estavam tomando banho de mar e fazendo castelos na areia, quando, ao longe, apareceu uma velhinha.
Seu cabelo grisalho esvoaçava ao vento e suas roupas eram sujas e esfarrapadas. Resmungava enquanto apanhava coisas da praia e as colocava em um saco.
Os pais chamaram as crianças e lhes disseram para ficar longe da senhora. Quando esta passou, curvando-se de vez em quando para apanhar coisas, sorriu para a família, mas seu cumprimento não foi correspondido.
Muitas semanas mais tarde, souberam que a velhinha dedicara a vida à cruzada de apanhar caquinhos de vidro da praia para que as crianças não cortassem os pés...
Devemos olhar cada pessoa que passa pelo nosso caminho, como sendo filhos e servos de Deus. Não importa as condições físicas que nos
apresentam apenas o que tem valor é o que levam no coração.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Bom Ânimo

" ... advirtam os ociosos, confortem os desanimados, auxiliem os
fracos, sejam pacientes para com todos." I Tessalonicenses 5:14
Conta-se que uma família foi forçada a sair de sua casa quando tropas
inimigas invadiram a localidade onde viviam.
Para fugir aos horrores da guerra, perceberam que sua única chance
seria atravessar as montanhas que circundavam a cidade.
Se conseguissem êxito na escalada, alcançariam o país vizinho e
estariam a salvo.
A família compunha-se de umas dez pessoas, de diversas idades.
Reuniram-se e planejaram os detalhes: a saída de casa, por onde tentariam a difícil travessia.
O problema era o avô.
Com muitos anos aos ombros, ele não estava muito bem.
A viagem seria dura.
- "Deixem-me", falou ele.- "Serei um empecilho para o êxito de vocês.
Somente atrapalharei. Afinal, os soldados não irão se importar com um
homem velho como eu".

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

A mais velha pergunta

Quando seu irmão nasceu, Sa-chi Gabriel insistia com os pais para ficar sozinho com o bebê. Temendo que, como muitas crianças de 4 anos, estivesse enciumada e quisesse maltratá-lo, eles não deixaram.

Mas Sa-chi, não dava mostra de ciúmes. E como sempre tratava o bebê com carinho, os pais resolveram fazer um teste. Deixaram Sa-chi com o recém-nascido e ficaram observando seu comportamento através da porta semi-aberta.

Encantada por ter seu desejo satisfeito, a pequena Sa- chi aproximou-se do berço na ponta dos pés, curvou-se até o bebê e disse:
- Me diz como Deus é! Eu já estou esquecendo!

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

O poder de um sorriso

Havia um pequeno menino que queria-se encontrar com Deus. Ele sabia que tinha um longo caminho pela frente, portanto ele encheu sua mochila com pasteis e guaraná, e começou sua caminhada.

Quando ele andou umas 3 quadras, encontrou um velhinho sentando em um banco da praça olhando os pássaros. O menino sentou-se junto dele , abriu sua mochila , e ia tomar um gole de guaraná, quando olhou o velhinho e viu que ele estava com fome, então ofereceu-lhe um pastel.

O velhinho muito agradecido aceitou e sorriu ao menino. Seu sorriso era tão incrível que o menino quis ver de novo, então ele ofereceu-lhe seu guaraná. Mais uma vez o velhinho sorriu ao menino. O menino estava muito feliz! Ficaram sentados ali sorrindo, comendo pastel e bebendo guaraná pelo resto da tarde sem falarem um ao outro.

Quando começou a escurecer o menino estava cansado e resolveu voltar para casa, mas antes de sair ele se voltou e deu um grande abraço no velhinho. O velhinho deu-lhe o maior sorriso que o menino já havia recebido.

Quando o menino entrou em casa, sua mãe surpresa perguntou ao ver a felicidade estampada em sua face: -"O que você fez hoje que te deixou tão feliz? Ele respondeu: -"Passei a tarde com Deus" e acrescentou -"Você sabe, ele tem o mais lindo sorriso que eu jamais vi".

Enquanto isso, o velhinho chegou em casa radiante, e seu filho perguntou:

-"Por onde você esteve que te deixou tão feliz?"

Ele respondeu:

-"Comi pasteis e tomei guaraná no parque com Deus". Antes que seu filho pudesse dizer algo ele falou:

-"Você sabe que ele é bem mais jovem do que eu pensava?"

Nunca subestime a força de um sorriso, o poder de uma palavra, de um ouvido para ouvir, um honesto elogio, ou até um ato de carinho. Tudo isso tem o potencial de fazer virar uma vida. Por medo de diminuir deixamos de crescer. Por medo de chorar deixamos de sorrir!!! Portanto Sorria !!!

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Lições de Vida

"Um dia, durante uma conversa entre advogados, me fizeram uma pergunta:

O que de mais importante você já fez na sua vida?

A resposta me veio à mente na hora, mas não foi a que respondi pois as circunstâncias não eram apropriadas. No papel de advogado da indústria do espetáculo, sabia que os assistentes queriam escutar anedotas sobre meu trabalho com as celebridades. Mas aqui vai a verdadeira, que surgiu das profundezas das minhas recordações:

O mais importante que já fiz na minha vida, ocorreu em 08 de outubro de 1990. Comecei o dia jogando golfe com um ex-colega e amigo meu que há muito não o via. Entre uma jogada e outra, conversávamos a respeito do que acontecia na vida de cada um. Ele me contava que sua esposa e ele acabavam de ter um bebê. Enquanto jogávamos chegou o pai do meu amigo que, consternado, lhe diz que seu bebê parou de respirar e que foi levado para o hospital com urgência. No mesmo instante, meu amigo subiu no carro de seu pai e se foi.

Por um momento fiquei onde estava, sem pensar nem mover-me, mas logo tratei de pensar no que deveria fazer: Seguir meu amigo ao hospital ? Minha presença, disse a mim mesmo,não serviria de nada pois a criança certamente está sob cuidados de médicos, enfermeiras, e nada havia que eu pudesse fazer para mudar a situação. Oferecer meu apoio moral? Talvez, mas tanto ele quanto sua esposa vinham de famílias numerosas e sem dúvida estariam rodeados de amigos e familiares que lhes ofereceriam apoio e conforto necessários acontecesse o que acontecesse. A única coisa que eu faria indo até lá, era atrapalhar.

Decidi que mais tarde iria ver o meu amigo. Quando dei a partida no meu carro, percebi que o meu amigo havia deixado o seu carro, aberto com as chaves na ignição, estacionado junto as quadras de tênis. Decidi, então, fechar o carro e ir até o hospital entregar-lhe as chaves. Como imaginei, a sala de espera estava repleta de familiares que os consolavam. Entrei sem fazer ruído e fiquei junto a porta pensando o que deveria fazer. Não demorou muito e surgiu um médico que aproximou-se do casal e em voz baixa, comunica o falecimento do bebê.

Durante os instantes que ficaram abraçados a mim pareceu uma eternidade, choravam enquanto todos os demais ficaram ao redor daquele silêncio de dor. O médico lhes perguntou se desejariam ficar alguns instantes com a criança. Meus amigos ficaram de pé e caminharam resignadamente até a porta. Ao ver-me ali, aquela mãe me abraçou e começou a chorar. Também meu amigo se refugiou em meus braços e me disse: Muito Obrigado por estar aqui!

Durante o resto da manhã fiquei sentado na sala de emergências do hospital, vendo meu amigo e sua esposa segurar nos braços seu bebê, despedindo-se dele. Isso foi o mais importante que já fiz na minha vida.

Aquela experiência me deixou três lições:

Primeira: o mais importante que fiz na vida, ocorreu quando não havia absolutamente nada, nada que eu pudesse fazer. Nada daquilo que aprendi na universidade, nem nos anos em que exercia a minha profissão, nem todo o racional que utilizei para analisar a situação e decidir o que eu deveria fazer, me serviu naquelas circunstancias: duas pessoas receberam uma desgraça e nada eu poderia fazer para remediar. A única coisa que poderia fazer era esperar e acompanhá-los. Isto era o principal.

Segunda: estou convencido que o mais importante que já fiz na minha vida esteve a ponto de não ocorrer, devido as coisas que aprendi na universidade, aos conceitos do racional que aplicava na minha vida pessoal assim como faço na profissional. Ao aprender a pensar, quase me esqueci de sentir. Hoje, não tenho dúvida alguma que devia ter subido naquele carro sem vacilar e acompanhar meu amigo ao hospital.

Terceira: Aprendi que a vida poder mudar em um instante. Intelectualmente todos nós sabemos disso, mas acreditamos que os infortúnios acontecem com os outros. Assim fazemos nossos planos e imaginamos nosso futuro como algo tão real como se não houvesse espaços para outras ocorrências. Mas ao acordarmos de manhã, esquecemos que perder o emprego, sofrer uma doença, ou cruzar com um motorista embriagado e outras mil coisas, podem alterar este futuro em um piscar de olhos. Para alguns é necessário viver uma tragédia para recolocar as coisas em perspectiva.

Desde aquele dia busquei um equilíbrio entre o trabalho e a minha vida. Aprendi que nenhum emprego, por mais gratificante que seja, compensa perder uma férias, romper um casamento ou passar um dia festivo longe da família. E aprendi, que o mais importante da vida não é ganhar dinheiro, nem ascender socialmente, nem receber honras.

O mais importante da vida é ter tempo para cultivar uma amizade."

domingo, 16 de dezembro de 2012

O Concerto do Grande Mestre

Para encorajar o progresso do filho ao piano, a mãe levou-o a um concerto de Paderewski. Depois de se sentarem, a mãe viu uma amiga na plateia e foi saudá-la. Tendo oportunidade para explorar o teatro, o pequeno levantou-se e foi percorrendo o espaço. Acabou diante duma porta onde se lia: "Proibido entrar. Quando as luzes diminuíram e o concerto estava quase a ter início, a mãe regressou ao seu lugar. Deu-se conta que o filho não se encontrava lá. De repente, as cortinas se abriram e as luzes incidiram sobre um piano impressionante, lá bem no cento do palco.

A mãe foi então surpreendida pelo filho sentado ao piano, inocentemente procurando as notas do Cai, cai, balão. Naquele momento, o grande mestre fez sua entrada. Dirigiu-se logo para o piano e sussurrou ao ouvido do menino: “Não pares, continua a tocar”. Inclinado sobre o piano, Paderewski estendeu a mão esquerda e começou a improvisar a parte do baixo. A seguir colocou a mão direita em volta do menino e serviu-se dela para juntar uma bela melodia. Juntos, o velho mestre e o jovem estreante, transformaram aquele embaraço numa experiência maravilhosamente criativa. O público ficou extasiado!

O mesmo se passa com Deus...

O que podemos conseguir por nossa conta, não vale sequer a pena mencionar. Fazemos o melhor possível!… Não resulta, porém, numa música bela e harmoniosa. Mas com as mãos do Mestre, os nossos gestos podem ganhar um toque de beleza.

Da próxima vez que decidires realizar alguma coisa, escuta atentamente. Ouve a voz do Mestre, sussurrando ao teu ouvido: " Não pares, continua a tocar". Sente os seus braços amorosos a envolver-te. Dá-te conta de que as suas mãos fortes também tocam no concerto da tua vida. Lembra-te: Deus não chama aqueles que estão preparados. Ele prepara os que são chamados. Estará sempre contigo para te amar e conduzir. Para fazer em ti e por ti grandes coisas!...

sábado, 15 de dezembro de 2012

Ser transparente

Às vezes, nos perguntamos por que é tão difícil ser transparente.
Costumamos acreditar que ser transparente é simplesmente ser sincero e não enganar os outros. No entanto, é muito mais do que isso.
É ter coragem de se expor, de ser frágil, de chorar, de falar do que sentimos. É desnudar a alma, deixar cair as máscaras e baixar as armas.
É destruir os imensos e grossos muros que insistimos tanto em levantar e permitir que toda a nossa doçura aflore, desabroche e transborde.
Infelizmente, quase sempre, a maioria de nós decide não correr esse risco. Preferimos a dureza da razão à leveza que exporia toda a fragilidade humana.
Preferimos o nó na garganta às lágrimas que brotam da profundeza do nosso ser.
Preferimos nos perder na busca insensata por respostas imediatas a simplesmente nos entregar diante de Deus e admitir que não sabemos todas as respostas, que somos frágeis, que temos medo.
Por mais doloroso que seja construir uma máscara que nos distancia cada vez mais do que realmente somos e de Deus, preferimos manter uma imagem que nos dê a sensação de proteção.
E vamos nos afogando mais e mais em atitudes, palavras e sentimentos que não condizem com o nosso verdadeiro eu.
Não porque sejamos pessoas falsas, mas porque nos perdemos de nós mesmos e já não sabemos onde está nossa brandura, nosso amor mais intenso.
Com o passar dos anos, um vazio escuro nos faz perceber que já não sabemos oferecer e nem pedir aos que nos cercam o que de mais precioso temos a compartilhar: a doçura, a compaixão e a compreensão.
Muitas vezes sofremos e nos sentimos sós, imensamente tristes e choramos sozinhos, num silêncio que nos remete à saudade de nós mesmos.
Saudade daquilo que pulsa e grita dentro de nós e que não temos coragem de mostrar àqueles que nos querem bem e que nos amam.
Aprendemos que nos mostrar com transparência é sinal de fraqueza, é ser menos do que o outro. Na verdade, se agíssemos deixando que a nossa razão ouvisse o nosso coração, poderíamos evitar muita dor.
* * *
Quando formos surpreendidos pelo sofrimento de qualquer natureza, lembremos primeiramente de Deus, Pai amoroso, que nunca desampara um filho Seu. Fortaleçamo-nos na prece e na fé que conforta e acalma.
Ao partilhar as dores com os nossos afetos, tenhamos a certeza que elas serão abrandadas, pois dividir as angústias, medos e aflições, as torna menores.
Quando partilharmos as alegrias, estaremos fazendo felizes também aqueles a quem estimamos, pois a alegria dos amigos é nossa também.
Expor a nossa fragilidade aos amigos e amores jamais será sinal de fraqueza.
Procuremos, pois, de forma equilibrada, não prender tanto o choro, não conter a demonstração da alegria, não esconder tanto o nosso medo e nossas aflições. Enfim, abandonemos essa ideia de desejarmos parecer tão invencíveis.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Qualidades do sábio

"Há sete qualidades que identificam o sábio:
ele não diz em primeiro
lugar a sua opinião quando na perseverança de uma pessoa mais
importante ; nunca interrompe a quem fala ;
não responde prematuramente, nem sem reflexão;
formula perguntas e respostas cabíveis no caso;
discute os assuntos pela
ordem e um só de cada vez ; quando ignora um assunto ,
admite a sua ignorância ; e reconhece
haver errado , quando errou."

Talmude 

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Você já notou que...

QUANDO alguém não muda de idéia, é teimoso.... mas você é firme e decidida.
QUANDO sua vizinha não gosta de uma amiga sua, ela é preconceituosa... mas, quando você não gosta da amiga dela, sabe julgar a natureza humana.
QUANDO ela tenta tratar alguém de um modo especial, está bajulando essa pessoa... mas, quando você age do mesmo modo, está sendo atenciosa.
QUANDO ela demora para fazer alguma coisa, é preguiçosa... mas, quando age do mesmo modo, é meticulosa.
QUANDO ela gasta muito dinheiro, é esbanjadora... mas, quando você exagera nos gastos, é generosa.
QUANDO ela encontra defeitos em alguma coisa, é crítica... mas, quando você age do mesmo modo, é perceptiva.
QUANDO ela demonstra indulgência, você a chama de fraca... mas, quando você age do mesmo modo, é graciosa.
QUANDO ela se veste bem, é extravagante... mas, quando você usa boas roupas, tem bom gosto.
QUANDO ela diz o que pensa, é malvada... mas, quando você age da mesma forma, está sendo honesta.
QUANDO ela assume grandes riscos, é imprudente... mas, quando você age da mesma forma, é corajosa.

"Acima de tudo, porém, tende amor intenso uns para com os outros,
porque o amor cobre multidão de pecados." 1 Pedro 4. 8

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

A arte de envelhecer

É ainda preconceituosa e inamistosa a maneira com que muitos analisam e consideram o envelhecimento físico, sem se darem conta, na maioria das vezes, que, os que assim pensam e agem, estarão fadados a essa experiência no ciclo da vida biológica, a não ser que morram prematuramente.
Nós mesmos, que procuramos tratar com naturalidade esta fase da vida, a qual já adentramos, nos vemos em certas ocasiões apreensivos com as limitações que a decadência física nos impõe.

Olhando-me no espelho, certa manhã, tentei recordar o meu rosto de outrora...

Estranhei a aparência física que a realidade refletia; a princípio até perturbei-me um pouco, por não ver delineadas com precisão as linhas de contorno de minha face, nem a jovialidade e o brilho de outros tempos...

Pensei: A cada dia estou envelhecendo um pouco mais...

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Como manter os peixes frescos e sua cuca ágil

Os japoneses sempre adoraram peixe fresco. Porém, as águas perto do Japão não produzem muitos peixes há décadas. Assim, para alimentar a sua população, os japoneses aumentaram o tamanho dos navios pesqueiros e começaram a pescar mais longe do que nunca. Quanto mais longe os pescadores iam, mais tempo levava para o peixe chegar. Se a viagem de volta levasse mais do que alguns dias, o peixe já não era mais fresco.

E os japoneses não gostaram do gosto destes peixes.

Para resolver este problema, as empresas de pesca instalaram congeladores em seus barcos. Eles pescavam e congelavam os peixes em alto-mar. Os congeladores permitiram que os pesqueiros fossem mais longe e ficassem em alto mar por muito mais tempo. Os japoneses conseguiram notar a diferença entre peixe fresco e peixe congelado e, é claro, eles não gostaram do peixe congelado.

Entretanto, o peixe congelado tornou os preços mais baixos.

Então, as empresas de pesca instalaram tanques de peixe nos navios pesqueiros. Eles podiam pescar e colocar esses peixes nos tanques, "como sardinhas". Depois de certo tempo, pela falta de espaço, eles paravam de se debater e não se moviam mais. Eles chegavam vivos, porém cansados e abatidos. Infelizmente, os japoneses ainda podiam notar a diferença do gosto. Por não se mexerem por dias, os peixes perdiam o gosto de frescor. Os conumidores japoneses preferiam o gosto de peixe fresco e não, o gosto de peixe apático.

Como os japoneses resolveram este problema? Como eles conseguiram trazer ao Japão peixes com gosto de puro frescor?

- - reflexão - -

Quando as pessoas atingem seus objetivos - tais como, quando encontram uma namorada maravilhosa, quando começam com sucesso numa empresa nova, quando pagam todas as suas dívidas ou o que quer que seja, elas podem perder as suas paixões. Estas pessoas podem começar a pensar que não precisam mais trabalhar tanto, então, relaxam. Passam pelo mesmo problema que os ganhadores de loteria, que gastam todo seu dinheiro, o mesmo problema de herdeiros que nunca crescem e de donas-de-casa, entediadas, que ficam dependentes de remédios de tarja preta.

Para esses problemas, inclusive no caso dos peixes dos japoneses, a solução é bem simples.

L. Ron Hubbard observou, no começo dos anos 50 : "O homem progride, estranhamente, somente perante a um ambiente desafiador". Quanto mais inteligente, persistente e competitivo você é, mais você gosta de um bom problema. Se seus desafios estão de um tamanho correto e você consegue, passo a passo, conquistar esses desafios, você fica muito feliz. Você pensa em seus desafios e se sente com mais energia. Você fica excitado e com vontade de tentar novas soluções. Você se diverte. Você fica vivo!

- - - - voltando aos peixes - - - -

Para conservar o gosto de peixe fresco, as empresas de pesca japonesas ainda colocam os peixes dentro de tanques, nos seus barcos. Mas, eles também adicionam um pequeno tubarão em cada tanque. O tubarão come alguns peixes, mas a maioria dos peixes chega "muito viva". E fresca no desembarque. Tudo porque os peixes são desafiados, lá nos tanques.

- - - - reflexão - - - - -

Portanto, como norma de vida, ao invés de evitar desafios, pule dentro deles. Massacre-os. Curta o jogo. Se seus desafios são muito grandes e numerosos, não desista. Se reorganize! Busque mais determinação, mais conhecimento e mais ajuda. Se você alcançou seus objetivos, coloque objetivos maiores. Uma vez que suas necessidades pessoais ou familiares forem atingidas, vá de encontro aos objetivos do seu grupo, da sociedade e, até mesmo, da humanidade.

Crie seu sucesso pessoal e não se acomode nele. Você tem recursos, habilidades e destrezas para fazer a diferença. "Ponha um tubarão no seu tanque e veja quão longe você realmente pode chegar"

domingo, 9 de dezembro de 2012

Persevere quando quiser alguma coisa

Quando tinha vinte anos, Aristóteles Onassis morou na Argentina. Ele trabalhava à noite como operador de uma empresa telefônica, e ficava com os dias livres para atividades mais proveitosas. Ávido por ganhar mais dinheiro, interessou-se pela possibilidade de importar e vender tabaco oriental para os fabricantes de cigarros locais. Nessa época, a Argentina estava importando grande quantidade de tabaco de Cuba e do Brasil, mas apenas algumas marcas orientais. Com o tempo, conseguiu persuadir seu pai a lhe mandar algumas amostras da melhor folha cultivada no Peloponeso.

Quando a remessa finalmente chegou, Onassis percorreu todos os fabricantes de cigarros de Buenos Aires. Não conseguiu nada de imediato. Deixou as amostras na esperança de que um dos compradores o chamasse, mas ninguém telefonou. Como não havia conseguido um encontro com nenhum dos responsáveis pelas decisões, o jovem Onassis escolheu como alvo Juan Gaona, diretor-administrativo de uma das maiores indústrias de cigarros do país. Passava os dias do lado de fora da sala de Gaona, esperando silenciosa e esperançosamente por ele. Dia sim, dia não, ia até a porta da casa de Gaona, e o esperava na volta do trabalho. Catorze dias depois, Gaona sucumbiu. Pediu à sua secretária que descobrisse quem era aquele rapaz e por que o estava perseguindo.

Quando Gaona pediu que entrasse em sua sala, Onassis explicou que queria apenas vender tabaco oriental de primeira classe para sua empresa. Irritado e aliviado, Gaona mandou que procurasse o escritório de compra da empresa, e Onassis finalmente alcançou sua meta – um exame sério de suas amostras.

Como a qualidade era realmente excelente, os compradores de Gaona encomendaram imediatamente US$ 10 mil em folhas de tabaco. Onassis cobrou do pai a comissão padrão de cinco por cento. Muitas vezes Onassis disse que esses US$ 500 foram a base de sua fortuna.

O Fator Aladim
Jack Canfield e Mark Victor Hansen
Ediouro

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Reflexões

Quando criança, os ladrões tinham a aparência de ladrões e nossa única preocupação em relação à segurança era a de que os "lanterninhas" dos cinemas nos expulsassem devido às batidas com os pés no chão quando uma determinada música era tocada no início dos filmes, nas matinês de domingo.
Mães, pais, professores, avós, tios, vizinhos eram autoridades presumidas, dignas de respeito e consideração. Quanto mais próximos, e/ou mais velhos, mais afeto.

Inimaginável responder deseducadamente a policiais, aos mestres, aos mais idosos, às autoridades. Confiávamos nos adultos porque todos eram pais/mães de todas as crianças da rua, do bairro, da cidade.
Tínhamos medo apenas do escuro, de sapos, de filmes de terror.

Ouvindo o Jornal da noite, deu-me uma tristeza infinita por tudo que perdemos. Por tudo o que minhas filhas precisam temer. Pelo medo no olhar
de crianças, jovens, velhos e adultos. Matar os pais, os avós, violentar crianças, seqüestrar jovens, roubar, enganar, passar a perna, tudo virou banalidades de notícias policiais, esquecidas após o primeiro intervalo comercial.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

O principio do vazio

Tens o hábito de juntar objetos inúteis neste momento, crendo que um dia (não sabes quando) poderás precisar deles. Tens o hábito de juntar dinheiro só para não o gastar, pois pensas que no futuro poderá fazer falta.Tens o hábito de guardar roupa, brinquedos, sapatos, moveis  utensílios domésticos e outras coisas que já não usas há bastante tempo. Tens o hábito de guardar o que sentes, broncas, ressentimentos, tristezas, medos, pessoas, etc. …E dentro de ti ?…
Não faças isso! É anti-prosperidade. É preciso criar um espaço, um vazio, para que as coisas novas cheguem à tua vida. É preciso eliminar o que é inútil em ti e na tua vida, para que a prosperidade venha. É a força desse vazio que absorverá e atrairá tudo o que tu desejas. Enquanto estiveres material ou emocionalmente carregado de coisas velhas e inúteis, não haverá espaço aberto para novas oportunidades. Os bens precisam de circular…
Limpa as gavetas, os armários, o teu quarto, a garagem. Dá o que tu já não usas. A atitude de guardar um montão de coisas inúteis amarra a tua vida. Não são os objetos guardados que param a tua vida, mas o significado da atitude de guardar. Quando se guarda, considera-se a possibilidade de falta,
de carência. É acreditar que amanhã poderá faltar e tu não terás meios de prover às tuas necessidades. Com essa postura, tu estás a enviar duas mensagens para o teu cérebro e para a tua vida:
1º… tu não confias no amanhã
2º… tu crês que o novo e o melhor NÃO são para ti, já que te alegras com guardar coisas velhas e inúteis.
Renova-te…
Limpa a tua alma, joga fora os ressentimentos, as mágoas, os medos, os desentendimentos, as tristezas.
Essas coisas amarram a tua vida.
Guarda somente alegrias, carinhos, felicidade, confiança, fé, amigos, bondade, amor…
Coisas que te fazem voar bem alto.
Seja feliz.

Depois de ler isto, não o guardes…partilha-os com os outros.
Joseph Newton.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Dia de Faxina

Estava precisando fazer uma faxina em mim... Jogar alguns pensamentos indesejados para fora, lavar alguns tesouros que andavam meio enferrujados...

Tirei do fundo das gavetas lembranças que não uso e não quero mais.

Joguei fora alguns sonhos, algumas ilusões... Papéis de presente que nunca usei, sorrisos que nunca darei; Joguei fora a raiva e o rancor das flores murchas que estavam dentro de um livro que não li. Olhei para meus sorrisos futuros e minhas alegrias pretendidas... E as coloquei num cantinho, bem arrumadas.

Fiquei sem paciência!... Tirei tudo de dentro do armário e fui jogando no chão: Paixões escondidas, desejos reprimidos, palavras horríveis que nunca queria ter dito, mágoas de um amigo, lembranças de um dia triste... Mas lá também havia outras coisas... e belas!

Um passarinho cantando na minha janela... aquela lua cor-de-prata, o pôr do sol!... Fui me encantando e me distraindo, olhando para cada uma daquelas lembranças. Sentei no chão, para poder fazer minhas escolhas.

Joguei direto no saco de lixo os restos de um amor que me magoou. Peguei aspalavras de raiva e de dor que estavam na prateleira de cima, pois quase não as uso, e também joguei fora no mesmo instante!

Outras coisas que ainda me magoam, coloquei num canto para depois ver o que farei com elas, se as esqueço lá mesmo ou se mando para o lixão.

Aí, fui naquele cantinho, naquela gaveta que a gente guarda tudo o que é mais importante: o amor, a alegria, os sorrisos, um dedinho de fé para os momentos que mais precisamos... como foi bom relembrar tudo aquilo!

Recolhi com carinho o amor encontrado, dobrei direitinho os desejos, coloquei perfume na esperança, passei um paninho na prateleira das minhas metas, deixei-as à mostra, para não perdê-las de vista.

Coloquei nas prateleiras de baixo algumas lembranças da infância, na gaveta de cima as da minha juventude e, pendurada bem à minha frente, coloquei a minha capacidade de amar... e de recomeçar...

Desconheço o autor

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

O dia em que você nasceu têm relação com sua forma de agir


DIA 1...................................................... DIA DA LIDERANÇA É um líder nato; gosta de mandar em vez de fazer. É criativo e original, tem raciocínio lógico e rápido, e é capaz de discutir sobre os mais variados assuntos, até mesmo aqueles que conhece superficialmente. Tem tendência a ser autoritário, de certa maneira possessivo e um tanto egocêntrico. Por isso, deve sempre cultivar a largueza de visão e a concentração, pois no afã de chegar logo aos objetivos, fica dispersivo e envereda por caminhos tortuosos, perdendo grandes oportunidades. Embora não o sendo, o número 1 é considerado 'frio', calculista e pouco comunicativo. Raramente demonstra afeto e compaixão. Contudo, gosta de ser elogiado e admirado. Quando seus projetos ou desejos não se realizam ou são frustrados, o seu sistema metabólico sofre sobremaneira e os nervos e a pressão arterial são sobrecarregados, podendo causar graves danos ao organismo. Como líder, sente-se terrivelmente frustrado em posição subalterna por vezes, torna-se irascível, violento e inconseqüente, sendo muito difícil trabalhar e conviver em sua companhia.O nascido no dia um necessita saber para poder e querer. Estudar, projetar, manter a consistência no objetivo deve ser sua principal característica, pois tem tendência a deixar tudo pela metade ou a glória aos outros.

DIA 2 ................................................... DIA DA DIPLOMACIA É um ser diplomata por excelência. É aquele que harmoniza o grupo e a família; o que possui o dom da reconciliação.
É cooperativo, aparentemente tímido e vulnerável, de certa maneira passivo, mas sempre atento aos detalhes de seu ambiente.
Enquanto solteiro é comum envolver-se romanticamente e quase sempre tais romances são complicados. Precisa se casar, pois a vida de casado lhe trará muito mais tranqüilidade, e onde encontrará um parceiro compatível e compreensível, sendo excelente marido ou esposa.
No trabalho sente-se melhor desenvolvendo atividades ligadas a grupos ou recebendo ordens, pois com sua personalidade um tanto passiva, é amado por todos e é sempre excelente profissional. Não suporta ficar parado procurando sempre algo para fazer. É compreensivo com os sentimentos alheios e incapaz de ferir quem quer que seja.
Um dos seus grandes defeitos é a inclinação para subestimar seus dotes e capacidades, tanto intelectuais como profissionais, sendo, muitas vezes, subordinado de pessoas com capacidades inferiores às suas.
Poderá se dar bem em qualquer serviço público, diplomata, pesquisador, bibliotecário, contabilidade, serviços sociais, professor, principalmente na música ou de literatura.
Caso não seja culturalmente desenvolvido, pode-se tornar cruel, inescrupuloso e até violento, no propósito de atingir seus objetivos.

DIA 3 ............................................. DIA DA POPULARIDADE O nativo deste dia é um ser de rara animação, criatividade, expressão e popularidade. Pode parecer irresponsável para alguns que não o conhecem bem, mas na realidade é um ser altamente responsável, justo e prestativo com tudo e com todos. O 3 é intuitivo, original, honesto, dedicado à família e aos amigos (aos últimos, às vezes até demais).
Gosta de profissões movimentadas, aquelas em que pode aparecer e demonstrar toda a sua versatilidade, sentindo-se totalmente à vontade quando em contato com o público, gostando de ser elogiado, bajulado e de preferência sendo o centro das atenções.
Pelo seu lado extrovertido e amistoso, não suporta ser criticado, apelando para o sentimentalismo daqueles que o criticam ou simplesmente lhe dão 'conselhos'. É do tipo que trabalha em inúmeras atividades ao mesmo tempo e que quase sempre as deixa a meio caminho, ou seja, tem muitos começos e poucos fins.
No decorrer de sua longa vida, terá inúmeras frustrações, e estas podem levá-lo a ter certos problemas físicos, principalmente o sistema nervoso abalado e também a contrair certas doenças de pele, que não se sabe como as supera com grande senso de humor. Na realidade, é um ser lutador, criativo e liberal, que usa de seus predicados, principalmente a oratória, como sustentáculo de sua vida.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Isso pode acontecer aqui?


Precisamos de quatro abraços por dia para sobreviver.
Precisamos de oito abraços por dia para nos manter.
Precisamos de doze abraços por dia para crescer.
                     Virginia Satir

Sempre ensinamos às pessoas a abraçarem umas às outras em nossos workshops e seminários. Muitas pessoas respondem dizendo:

Você nunca conseguiria abraçar as pessoas com quem eu trabalho.
Tem certeza?
Um de nossos alunos enviou-nos o seguinte trecho sobre abraços:

Abraçar é saudável. Ajuda o sistema imunológico, mantém você mais saudável, cura a depressão, reduz o estresse, induz o sono, é revigorante, rejuvenesce, não tem efeitos colaterais indesejáveis, e é nada menos do que um remédio milagroso.

Abraçar é totalmente natural. É orgânico, naturalmente doce, não contém aditivos químicos, não contém conservantes, não contém ingredientes artificiais e é cem por cento integral.

Abraçar é praticamente perfeito. Não tem partes móveis, não tem baterias que acabam, não necessita de check-ups periódicos, requer baixo consumo de energia, produz muita energia, é à prova de inflação, não engorda, não exige prestações mensais, não exige seguro, é à prova de roubo, não tributável, não poluente e, é claro, completamente retornável.

Do livro: Canja de galinha para a alma
Jack Canfield e Mark Victor Hansen - Ediouro

domingo, 2 de dezembro de 2012

O que é uma vida de luxo

                    Por Danuza Leão
   (já contabilizando 79 vividos aninhos...)

Luxo?

É impossível viver sem ele; só que existem luxos e luxos.
Para a milionária Barbara Hutton, a herdeira mais rica dos Estados Unidos, um deles foi mandar fabricar um Rolls-Royce em tamanho pequeno para dar de presente a seu filho, então com 9 anos. E, para motorista do carro, contratou um anão. Será que ter dinheiro demais pira a cabeça das pessoas, elas nunca ficam satisfeitas?
Detalhe: depois de nove casamentos, Barbara Hutton morreu pobre.
Para não ser radical, admito que algum dinheiro sempre ajuda, mas não é tão fundamental assim.Então,vamos lá... vou falar de algumas coisas que são, para mim, o luxo dos luxos e que não custam quase nada.
Acordar num domingo de manhã sabendo que a faxineira não vem, que todos os eletrodomésticos da casa estão funcionando e que, com a graça de Deus, o telefone não vai tocar. O dia será silencioso, e o único movimento na casa será o dos gatinhos (agora tenho mais dois) correndo e se enrolando uns nos outros sem emitir um só som. Um domingo assim é um luxo total.
Outra preciosidade é, depois de passar 20 dias sem comer carboidrato, nem unzinho, pegar no armário aquela calça de 15 anos atrás, quando você era uma sílfide, e o zíper fechar. A felicidade é maior do que se ganhasse um brilhante. (O MÁXIMO!!!)
E quando você chega da rua, com um calor de matar, pega um copo(bonito, de preferência) e toma uma água bem gelada, não é um luxo?
Se puser dentro de uma jarra (bonita, de preferência) cascas de limão-siciliano e deixar na geladeira, vai ser a água mais fresquinha e perfumada que já tomou.
Não é um superluxo? Aí você se refresca num chuveiro e depois vai para o quarto, liga o ar-condicionado e se deita numa cama com lençóis brancos limpinhos, cheirosos. Tem luxo maior?
Dar um mergulho num mar azul, sem ondas, sem se preocupar com os cabelos, e depois tomar uma água de coco? E então comer um peixe grelhado, temperado apenas com sal, limão e um fio de azeite. (MARAVILHA !!!)
Depois de passar por várias paixões sofridas e alguns casamentos errados, não estar apaixonada é um luxo. Uma sexta-feira, às 7 da noite, você está sozinha, sem a angústia de esperar aquele telefonema.
Sente-se independente e decide sair. Enquanto pinta o olho, começa a pensar em que restaurante vai, sem ninguém para dizer que prefere outro.
Quando chega lá, toma dois drinques sabendo que é uma mulher livre e resolvida, que não precisa de ninguém para uma coisa tão banal, que é jantar fora. Não é um luxo?
Bom demais é ter resistido à compra daquele vestido lindo, que fez você ficar duas noites sem dormir pensando "compro ou não compro?", e passar pela loja uma semana depois, ver que ele está em liquidação, pela metade do preço, e que você nem o quer mais...
E quando chega de uma reunião de trabalho com a cabeça quente, se sentindo um lixo, e a empregada fez aquela sobremesa que você adora, não é como se o Universo estivesse todo a seu favor?
E o resultado do exame avisando que sua saúde está ótima?(ESSA É A GLÓRIA !!!)
E seu filho (a) que telefona para dizer que está com saudades?
(CHOREI !!!)
Percebo que misturei muitos luxos com momentos de felicidade;
mas... existe luxo maior do que ser feliz?

sábado, 1 de dezembro de 2012

O ateu desafiador

Alguns anos atrás, um ateu declarou a alguns transeuntes:
Se existe um Deus no Céu, eu o desafio a me fulminar dentro de cinco minutos.
Finalmente, depois de passados os cinco minutos, ele disse com sarcasmo:
Viram só? Deus não existe, pois a esta altura eu já estaria morto, fulminado.
Uma mulher parada ali perto ouviu. Quando ele fez menção de ir embora,
ela se adiantou e lhe perguntou:
– O senhor tem filhos?
– Sim, um filho – o homem respondeu.
– Se o seu filho lhe desse uma faca e pedisse que o senhor o matasse,
o senhor o faria?
– Claro que não! – respondeu ele prontamente.
– Bem – continuou ela – e porque não?- Simplesmente porque eu o amo demais.
Antes de virar-se para sair, a mulher explicou:
– Meu senhor, é porque Deus o ama tanto, mesmo você sendo ateu,
Ele Se recusa a aceitar seu insensato desafio. Ele quer vê-lo salvo,
e não perdido!
Se eu te amo, imagina Deus!
DEUS TE AMA INCONDICIONALMENTE!

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

O remédio

João era dono de uma bem sucedida farmácia numa cidade do interior. Era um homem bastante inteligente, mas não acreditava na existência de Deus ou de qualquer outra coisa além do seu mundo material.
Um certo dia, ele estava fechando a farmácia quando chegou uma criança aos prantos dizendo que sua mãe estava passando mal e que se ela não tomasse o remédio logo, iria morrer.
Muito nervoso, e após a insistência da criança, resolveu reabrir a farmácia para pegar o remédio. Sua insensibilidade perante aquele momento era tal que acabou pegando o remédio mesmo no escuro e entregando à criança que agradeceu e saiu dali as pressas. Minutos depois percebeu que havia entregue o remédio errado para a criança e que se sua mãe o tomasse teria morte instantânea.
Desesperado tentou alcançar a criança mas não teve êxito. Sem saber o que fazer e com a consciência pesada, ajoelhou-se e começou a chorar e dizer que se realmente existia um Deus, que não o deixasse passar por assassino. De repente, sentiu uma mão a tocar-lhe o ombro esquerdo e ao virar-se deparou com a criança dizendo:
- Senhor, por favor não brigue comigo, mas é que cai e quebrei o vidro de remédio, dá para o senhor me dar outro?
Sabe, Ele está sempre nos ajudando, nós é que não percebemos isso...

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

O abraço

É demonstração de afeto
Carinho e muito amor
É saudade e lágrima
Mas também o calor

Abraço é amar
É querer aconchego
É sentir um amigo
...
Com todo o seu apego
 
Podemos abraçar
Uma causa, uma pessoa
Abraço é abraço
É cingir e cercar
É não sentir espaço

Abraçar uma causa
É o que nos faz sentir
Que quem luta acredita
E nunca deve desistir

Abraçar uma criança
Transmitir-lhe carinho
É dizer-lhe com os braços
Que nunca estará sozinho

Abraçar um amigo
Com toda a fraternidade
E como dizer estou aqui!
Para a toda a eternidade

Abraçar um amor
Com toda a compreensão
É desatar todos os nós
E fazer um laço de união

Vamos assim abraçar
Uma criança, uma causa
Um amigo e o nosso amor?
Custa tão pouco abraçar...

Acreditem não dá dor!”

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Educar o olhar...

Se você colocar um falcão em um cercado de 1m²,
inteiramente aberto em cima,ele se tornará um prisioneiro,apesar de sua habilidade para o vôo.
A razão é que um falcão sempre começa seu vôo
com uma pequena corrida em terra.
Sem espaço para correr, nem mesmo tentará voar
e permanecerá um prisioneiro pelo resto da vida,
nessa pequena cadeia sem teto.
O morcego,criatura notavelmente ágil no ar,
não pode sair de um lugar nivelado.
Se for colocado em um piso completamente plano,
tudo o que ele conseguirá fazer será andar de forma
confusa e dolorosa, procurando alguma ligeira elevação de onde possa se lançar ao vôo.
Um zangão, se cair em um pote de vidro aberto em cima,
ficará lá até morrer ou ser removido.
Ele não vê a saída no alto,por isso persiste em tentar sair pelos lados,
próximo ao fundo.
Procurará uma maneira de sair onde não existe nenhuma,até que se destrua completamente
de tanto se atirar contra as paredes do vidro.
Existem pessoas como o falcão, o morcego e o zangão: atiram-se obstinadamente contra os obstáculos,
sem perceber que a saída está logo acima.
Se você está como um zangão, um morcego ou um falcão, cercado(a) de problemas por todos os lados,
olhe para cima!
E lá estará a saída:
Deus...
À distância de uma oração!
Confie Nele!

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Quem decide por mim?

Um colunista conta uma estória em que acompanhava um amigo à uma banca de jornais.

O amigo cumprimentou o jornaleiro amavelmente, mas como retorno recebeu um tratamento rude e grosseiro.

Pegando o jornal que foi atirado em sua direção, o amigo do colunista sorriu polidamente e desejou um bom fim de semana ao jornaleiro.

Quando os dois amigos desciam pela rua, o colunista perguntou:

- Ele sempre te trata com tanta grosseria?

- Sim, infelizmente foi sempre assim...

- E você é sempre tão polido e amigável com ele?

- Sim, procuro ser.

- Por que você é tão educado, já que ele é tão inamistoso com você?

- Por que não quero que ele decida como eu devo agir.

Nós é que decidimos como devemos agir e reagir - não os outros!

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Escutar pra que?

Conta-se que um monge havia ficado em reclusão durante 20 anos em mosteiro na Índia, vivendo apenas para meditar, trabalhar, ler escrituras sagradas com o intuito de alcançar a iluminação. Após completar 20 anos de reclusão, o monge achou que havia atingido a iluminação e saiu dizendo a todas as pessoas que encontrava pelo caminho que Deus estava em tudo, nas árvores, nos animais, na terra, no céu, nas pessoas.

O monge em estado de êxtase, foi em direção à cidade com intenção de falar para o maior número de pessoas que Deus estava em tudo. Ao se encaminhar para o mercado, surge de repente, um enorme elefante desgovernado correndo em sua direção, mas o monge ficou parado afirmando para as pessoas que Deus estava em tudo e também estava elefante, por isso ele não lhe faria nenhum mal. As pessoas que estavam no Mercado gritavam para que ele saísse do caminho do elefante, mas ele permaneceu indiferente, dizendo que Deus estava no elefante por isso não corria nenhum perigo. O dono do elefante, que estava em cima do animal desgovernado, também gritava para que o monge saísse do caminho, mas o monge não deu ouvidos e permaneceu parado. Nesse instante o animal que vinha em grande velocidade atropelou-o e deixou-o todo machucado.

O monge foi levado ao médico e após voltar a si começou a se lamentar com a enfermeira: - Puxa que lástima, acabei de perder 20 anos da minha vida. Passei 20 anos estudando, trabalhando, lendo escrituras sagradas com intenção de alcançar a iluminação e quando achei que havia compreendido que Deus estava em todas as coisas um acidente horrível aconteceu comigo. Eu achava que Deus estava em tudo, principalmente naquele elefante, mas veja só o que ele me fez. Estou desiludido, pois perdi 20 anos da minha vida ao acreditar que Deus estava em todas as coisas. A enfermeira que ouvia tudo atentamente o interrompeu e disse.: - Eu até que entendo sua dor, pois sei do fato ocorrido, mas se você parar para pensar um pouco vai chegar a conclusão de que a situação é um pouco diferente do que você está dizendo. O monge intrigado perguntou a enfermeira: - Mas como? Essa eu não entendi, me explique melhor o que está querendo dizer. A enfermeira continuou: - Se você colocar a mão na consciência vai acabar percebendo que Deus está em tudo você é que não soube perceber esse fato no momento em que o incidente ocorreu. O monge ainda intrigado perguntou: - Mas como? Isso que você está dizendo é um absurdo! A enfermeira calmamente disse: - Deus estava presente naquelas pessoas que estavam no mercado e gritavam para que você saísse do caminho; Deus também estava presente no dono do Elefante que dizia para você sair da frente. Deus estava presente dizendo para você sair do caminho do elefante naquele momento, mas você não soube escutá-lo. Nesse momento o monge compreendeu que Deus realmente estava em tudo e alcançou a iluminação.