Para atingir seus sonhos, além de Deus, lembre-se:
Abra os olhos para ver as coisas como realmente são.
Basta apenas acreditar em você mesmo.
Considere as coisas por vários ângulos.
Desistir é palavra que deve ser riscada do vocabulário.
Entenda a si mesmo para entender melhor seus semelhantes.
Família e amigos são tesouros escondidos. Procure encontrá-los e desfrutar de suas riquezas.
Ganha quem faz e doa mais do que aquele que planejou.
Hoje aproveite a vida. O ontem já passou e o amanhã pode nunca chegar.
Ignore aqueles que tentam lhe desencorajar.
Já chegou a hora de agir. Faça agora. Aja!!!
Leia, estude e aprenda sobre tudo o que é importante na sua vida.
Mais do que tudo, queira seus sonhos.
Nunca minta, trapaceie ou roube enquanto persegue uma boa meta.
Obtenha mais paz e harmonia evitando fontes, pessoas, lugares, coisas e hábitos negativos.
Prática leva a perfeição.
Quem desiste nunca vence e os vencedores nunca desistem.
Ressalte e defina seus objetivos e vá em direção a eles.
Sonhos são a matéria prima de qualquer realização. Apegue-se a eles.
Tome e assuma o controle de seu próprio destino.
Uma boa atitude positiva deve ser preservada sempre.
Visualize o que você quer.
Xis: o "x" da questão é: Você é uma criação única de Deus, nada nem ninguém pode substituir você.
Zele por sua auto-estima. Ame-se mais.
Este blog destina-se a homenagear o nosso Divino Pai Eterno e levar a todos uma palavra de conforto, pensamentos, vídeos e histórias que mostram a grandeza do nosso Pai e como Ele age em tudo que nos cerca. Todas as religiões que exaltam nosso Divino Pai Eterno serão divulgadas nesse espaço, pois, o que mais queremos e a união e o fortalecimento de todos em torno do Pai. Seja Bem-vindo e traga-nos sugestões e pedidos.
segunda-feira, 4 de junho de 2012
domingo, 3 de junho de 2012
A latinha de leite
Um fato real. Dois irmãozinhos maltrapilhos, provenientes da favela, um deles de cinco anos e o outro de dez, iam pedindo um pouco de comida pelas casas da rua que beira o morro. Estavam famintos "vai trabalhar e não amole", ouvia-se detrás da porta; "aqui não há nada moleque...", dizia outro...
As múltiplas tentativas frustradas entristeciam as crianças... Por fim, uma senhora muito atenta disse-lhes "Vou ver se tenho alguma coisa para vocês... coitadinhos!" E voltou com uma latinha de leite.
Que festa! Ambos se sentaram na calçada. O menorzinho disse para o de dez anos "você é mais velho, tome primeiro..." e olhava para ele com seus dentes brancos, a boca semi-aberta, mexendo a ponta da língua.
Eu, como um tolo, contemplava a cena... Se vocês vissem o mais velho olhando de lado para o pequenino! Leva a lata à boca e, fazendo gesto de beber, aperta fortemente os lábios para que por eles não penetre uma só gota de leite. Depois, estendendo a lata, diz ao irmão "Agora é sua vez. Só um pouco." E o irmãozinho, dando um grande gole exclama "como está gostoso!"
"Agora eu", diz o mais velho. E levando a latinha, já meio vazia, à boca, não bebe nada. "Agora você", "Agora eu", "Agora você", "Agora eu"..
E, depois de três, quatro, cinco ou seis goles, o menorzinho, de cabelo encaracolado, barrigudinho, com a camisa de fora, esgota o leite todo...ele sozinho.
Esse "agora você", "agora eu" encheram-me os olhos de lágrimas...
E então, aconteceu algo que me pareceu extraordinário. O mais velho começou a cantar, a sambar, a jogar futebol com a lata de leite. Estava radiante, o estômago vazio, mas o coração trasbordante de alegria. Pulava com a naturalidade de quem não fez nada de extraordinário, ou melhor, com a naturalidade de quem está habituado a fazer coisas extraordinárias sem dar-lhes maior importância.
Daquele moleque nós podemos aprender a grande lição, "quem dá é mais feliz do que quem recebe." É assim que nós temos de amar. Sacrificando-nos com tal naturalidade, com tal elegância, com tal discrição, que os outros nem sequer possam agradecer-nos o serviço que nós lhe prestamos."
As múltiplas tentativas frustradas entristeciam as crianças... Por fim, uma senhora muito atenta disse-lhes "Vou ver se tenho alguma coisa para vocês... coitadinhos!" E voltou com uma latinha de leite.
Que festa! Ambos se sentaram na calçada. O menorzinho disse para o de dez anos "você é mais velho, tome primeiro..." e olhava para ele com seus dentes brancos, a boca semi-aberta, mexendo a ponta da língua.
Eu, como um tolo, contemplava a cena... Se vocês vissem o mais velho olhando de lado para o pequenino! Leva a lata à boca e, fazendo gesto de beber, aperta fortemente os lábios para que por eles não penetre uma só gota de leite. Depois, estendendo a lata, diz ao irmão "Agora é sua vez. Só um pouco." E o irmãozinho, dando um grande gole exclama "como está gostoso!"
"Agora eu", diz o mais velho. E levando a latinha, já meio vazia, à boca, não bebe nada. "Agora você", "Agora eu", "Agora você", "Agora eu"..
E, depois de três, quatro, cinco ou seis goles, o menorzinho, de cabelo encaracolado, barrigudinho, com a camisa de fora, esgota o leite todo...ele sozinho.
Esse "agora você", "agora eu" encheram-me os olhos de lágrimas...
E então, aconteceu algo que me pareceu extraordinário. O mais velho começou a cantar, a sambar, a jogar futebol com a lata de leite. Estava radiante, o estômago vazio, mas o coração trasbordante de alegria. Pulava com a naturalidade de quem não fez nada de extraordinário, ou melhor, com a naturalidade de quem está habituado a fazer coisas extraordinárias sem dar-lhes maior importância.
Daquele moleque nós podemos aprender a grande lição, "quem dá é mais feliz do que quem recebe." É assim que nós temos de amar. Sacrificando-nos com tal naturalidade, com tal elegância, com tal discrição, que os outros nem sequer possam agradecer-nos o serviço que nós lhe prestamos."
Confia em Mim!
Por que te agitas e confundes pelos problemas que te trazem a vida?
Deixa-me controlar todas tuas coisas e irão tornando-se melhores.
Quando te entregares totalmente a mim, todas as coisas serão resolvidas com tranqüilidade, de acordo com meus planos.
Não te frustres, não me ores como apressando-me, como se quisesses forçar-me a realizar teus planos.
Em vez disso, feches os olhos de tua alma e com paz diga-me: "JESUS EU CONFIO EM TI".
Trate de evitar esses pensamentos que te angustiam ao querer compreender as coisas que te passam.
Não arruínes meus planos tratando de impor tuas idéias, deixa-me ser teu DEUS e atuar livremente em tua vida.
Entrega-te a mim com completa confiança e deixa teu futuro em minhas mãos.
Diga-me freqüentemente: "JESUS EU CONFIO EM TI".
O que mais lastimas é quando tratas de analisar tudo de acordo com teus pensamentos, e tentas resolver teus problemas a tua maneira.
Quando me disseres: "JESUS EU CONFIO EM TI", não sejas como o impaciente que diz ao Médico: "cure-me", mas sugere a "melhor" forma de fazê-lo.
Deixa-te curar por meus braços divinos, não tenhas medo, eu te amo.
Se vês que as coisas se tornam piores ou mais complicadas, ainda quando tu estás orando; mantenha-te confiante em mim, fecha os olhos de tua alma, e continua dizendo a cada hora: "JESUS EU CONFIO EM TI".
Necessito minhas mãos livres para poder manifestar-te minhas bênçãos.
Não ates minhas mãos com tuas absurdas preocupações.
Satanás quer que te frustres, fazer-te sentir triste, tirar-te a paz.
Confia em mim, descansa em mim, entrega-te a mim.
Eu faço milagres na medida em que tu te entregas a mim e de acordo com a fé que me tens.
Assim não te preocupes, dá-me todas tuas frustrações e dorme em paz, e sempre diga-me: "JESUS EU CONFIO EM TI", e verás grandes milagres.
Te prometo com todo meu amor.
JESUS
Deixa-me controlar todas tuas coisas e irão tornando-se melhores.
Quando te entregares totalmente a mim, todas as coisas serão resolvidas com tranqüilidade, de acordo com meus planos.
Não te frustres, não me ores como apressando-me, como se quisesses forçar-me a realizar teus planos.
Em vez disso, feches os olhos de tua alma e com paz diga-me: "JESUS EU CONFIO EM TI".
Trate de evitar esses pensamentos que te angustiam ao querer compreender as coisas que te passam.
Não arruínes meus planos tratando de impor tuas idéias, deixa-me ser teu DEUS e atuar livremente em tua vida.
Entrega-te a mim com completa confiança e deixa teu futuro em minhas mãos.
Diga-me freqüentemente: "JESUS EU CONFIO EM TI".
O que mais lastimas é quando tratas de analisar tudo de acordo com teus pensamentos, e tentas resolver teus problemas a tua maneira.
Quando me disseres: "JESUS EU CONFIO EM TI", não sejas como o impaciente que diz ao Médico: "cure-me", mas sugere a "melhor" forma de fazê-lo.
Deixa-te curar por meus braços divinos, não tenhas medo, eu te amo.
Se vês que as coisas se tornam piores ou mais complicadas, ainda quando tu estás orando; mantenha-te confiante em mim, fecha os olhos de tua alma, e continua dizendo a cada hora: "JESUS EU CONFIO EM TI".
Necessito minhas mãos livres para poder manifestar-te minhas bênçãos.
Não ates minhas mãos com tuas absurdas preocupações.
Satanás quer que te frustres, fazer-te sentir triste, tirar-te a paz.
Confia em mim, descansa em mim, entrega-te a mim.
Eu faço milagres na medida em que tu te entregas a mim e de acordo com a fé que me tens.
Assim não te preocupes, dá-me todas tuas frustrações e dorme em paz, e sempre diga-me: "JESUS EU CONFIO EM TI", e verás grandes milagres.
Te prometo com todo meu amor.
JESUS
Como o carvalho ...
Todas as vezes que nos deparamos com problemas em nossa vida, observamos o quanto somos frágeis.
As alegrias se vão e só fica a verdade de que somos impotentes para lidar com adversidades que surgem no decorrer de nossa existência.
Deus nos deixa lições interessantes em sua criação para nos mostrar o contrário, o homem que foi criado forte e que essa força é sempre adquirida e absorvida dessas situações adversas.
Você conhece uma árvore chamada carvalho?
Pois é, essa árvore é usada pelos botânicos e geologistas como um medidor de catástrofes naturais do ambiente.
Quando querem saber o índice de temporais e tempestades ocorridas numa determinada floresta, eles observam logo o carvalho (caso exista no local, é claro), que naturalmente é a árvore que mais absorve as conseqüências de temporais.
Quanto mais temporais e tempestades o carvalho enfrenta, mais forte ele fica!
Suas raízes naturalmente se aprofundam mais na terra e seu caule se torna mais robusto, sendo impossível uma tempestade arranca-lo do solo ou derruba-lo!
Mas não pense que os cientistas precisam fazer essas análises todas para saber isso! Basta apenas olharem para eles o carvalho.
Por absorver as conseqüências das tempestades, a robusta árvore assume uma aparência disforme, como se realmente tivesse feito muita força.
Muitas vezes apresenta uma aparência triste!
Cada tempestade para um carvalho é um desafio a mais a ser vencido e não uma ameaça!
Numa grande tempestade, muitas árvores são arrancadas, mas o carvalho permanece firme!
Assim somos nós.
Devemos tirar proveito das situações contrarias a nossa vida mais fortes e ficar!
Um pouco marcados. Muitas vezes com aparência abatida, mas fortes!
Com raízes bem firmes e profundas na terra!
Podemos, com isso, compreender o que o nosso PAI maravilhoso quis nos ensinar, quando disse que podemos todas as coisas naquele que nos fortalece.
E também uma confiança do rei Davi quando cantou:
_ "Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte eu não temerei mal algum, porque Tu estás comigo "
Por isso quando olhar pela janela o lindo alvorecer, lembre-se de que não há temor com os dia de infortunios, porque DEUS está consigo!
Ele o protegerá!
Se você está passando por lutas muito grandes por estes dias, pense (como o carvalho) ... é só mais uma tempestade que o tornará mais forte...
As alegrias se vão e só fica a verdade de que somos impotentes para lidar com adversidades que surgem no decorrer de nossa existência.
Deus nos deixa lições interessantes em sua criação para nos mostrar o contrário, o homem que foi criado forte e que essa força é sempre adquirida e absorvida dessas situações adversas.
Você conhece uma árvore chamada carvalho?
Pois é, essa árvore é usada pelos botânicos e geologistas como um medidor de catástrofes naturais do ambiente.
Quando querem saber o índice de temporais e tempestades ocorridas numa determinada floresta, eles observam logo o carvalho (caso exista no local, é claro), que naturalmente é a árvore que mais absorve as conseqüências de temporais.
Quanto mais temporais e tempestades o carvalho enfrenta, mais forte ele fica!
Suas raízes naturalmente se aprofundam mais na terra e seu caule se torna mais robusto, sendo impossível uma tempestade arranca-lo do solo ou derruba-lo!
Mas não pense que os cientistas precisam fazer essas análises todas para saber isso! Basta apenas olharem para eles o carvalho.
Por absorver as conseqüências das tempestades, a robusta árvore assume uma aparência disforme, como se realmente tivesse feito muita força.
Muitas vezes apresenta uma aparência triste!
Cada tempestade para um carvalho é um desafio a mais a ser vencido e não uma ameaça!
Numa grande tempestade, muitas árvores são arrancadas, mas o carvalho permanece firme!
Assim somos nós.
Devemos tirar proveito das situações contrarias a nossa vida mais fortes e ficar!
Um pouco marcados. Muitas vezes com aparência abatida, mas fortes!
Com raízes bem firmes e profundas na terra!
Podemos, com isso, compreender o que o nosso PAI maravilhoso quis nos ensinar, quando disse que podemos todas as coisas naquele que nos fortalece.
E também uma confiança do rei Davi quando cantou:
_ "Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte eu não temerei mal algum, porque Tu estás comigo "
Por isso quando olhar pela janela o lindo alvorecer, lembre-se de que não há temor com os dia de infortunios, porque DEUS está consigo!
Ele o protegerá!
Se você está passando por lutas muito grandes por estes dias, pense (como o carvalho) ... é só mais uma tempestade que o tornará mais forte...
sábado, 2 de junho de 2012
O sábio mestre
Há muito tempo atrás, havia um mestre que vivia junto com um grande número de discípulos em um templo arruinado. Os discípulos sobreviviam através de esmolas e doações conseguidas numa cidade próxima. Logo, muitos deles começaram a reclamar sobre as péssimas condições em que viviam. Em resposta, o velho mestre disse um dia: "Nós devemos reformar as paredes do templo. Desde que nós somente ocupamos o nosso tempo estudando e meditando, não há tempo para que possamos trabalhar e arrecadar o dinheiro que precisamos. Assim, eu pensei numa solução simples".
Todos os estudantes se reuniam diante do mestre, ansiosos em ouvir suas palavras. O mestre disse: "Cada um de vocês deve ir para a cidade e roubar bens que poderão ser vendidos para a arrecadação de dinheiro. Desta forma, nós seremos capazes de fazer um boa reforma em nosso templo".
Os estudantes ficaram espantados por este tipo de sugestão vir do sábio mestre. Mas, desde que todos tinham o maior respeito por ele, não fizeram nenhum protesto. O mestre disse logo a seguir, de modo bastante severo: "No sentido de não manchar a nossa excelente reputação, por estarmos cometendo atos ilegais e imorais, solicito que cometam o roubo somente quando ninguém estiver olhando. Eu não quero que ninguém seja pego".
Quando o mestre se afastou, os estudantes discutiram o plano entre eles. "É errado roubar", disse um deles, "Por que nosso mestre nos solicitou para cometermos este ato ?". Outro respondeu em seguida, "Isto permitirá que possamos reformar o nosso templo, na qual é uma boa causa". Assim, todos concordaram que o mestre era sábio e justo e deveria ter uma razão para fazer tal tipo de requisição. Logo, partiram em direção a cidade, prometendo coletivamente que eles não seriam pegos, para não causarem a desgraça para o templo. "Sejam cuidadosos e não deixe que ninguém os veja roubando", incentivavam uns aos outros.
Todos os estudantes, com exceção de um, foram para a cidade. O sábio mestre se aproximou dele e perguntou-lhe: "Por que você ficou para trás?".
O garoto respondeu: "Eu não posso seguir as suas instruções para roubar onde ninguém esteja me vendo. Não importa aonde eu vá, eu sempre estarei olhando para mim mesmo. Meu próprios olhos irão me ver roubando". O sábio mestre abraçou o garoto com um sorriso de alegria e disse: "Eu somente estava testando a integridade dos meus estudantes e você é o único que passou no teste!"
Após muitos anos, o garoto se tornou um grande mestre.
Todos os estudantes se reuniam diante do mestre, ansiosos em ouvir suas palavras. O mestre disse: "Cada um de vocês deve ir para a cidade e roubar bens que poderão ser vendidos para a arrecadação de dinheiro. Desta forma, nós seremos capazes de fazer um boa reforma em nosso templo".
Os estudantes ficaram espantados por este tipo de sugestão vir do sábio mestre. Mas, desde que todos tinham o maior respeito por ele, não fizeram nenhum protesto. O mestre disse logo a seguir, de modo bastante severo: "No sentido de não manchar a nossa excelente reputação, por estarmos cometendo atos ilegais e imorais, solicito que cometam o roubo somente quando ninguém estiver olhando. Eu não quero que ninguém seja pego".
Quando o mestre se afastou, os estudantes discutiram o plano entre eles. "É errado roubar", disse um deles, "Por que nosso mestre nos solicitou para cometermos este ato ?". Outro respondeu em seguida, "Isto permitirá que possamos reformar o nosso templo, na qual é uma boa causa". Assim, todos concordaram que o mestre era sábio e justo e deveria ter uma razão para fazer tal tipo de requisição. Logo, partiram em direção a cidade, prometendo coletivamente que eles não seriam pegos, para não causarem a desgraça para o templo. "Sejam cuidadosos e não deixe que ninguém os veja roubando", incentivavam uns aos outros.
Todos os estudantes, com exceção de um, foram para a cidade. O sábio mestre se aproximou dele e perguntou-lhe: "Por que você ficou para trás?".
O garoto respondeu: "Eu não posso seguir as suas instruções para roubar onde ninguém esteja me vendo. Não importa aonde eu vá, eu sempre estarei olhando para mim mesmo. Meu próprios olhos irão me ver roubando". O sábio mestre abraçou o garoto com um sorriso de alegria e disse: "Eu somente estava testando a integridade dos meus estudantes e você é o único que passou no teste!"
Após muitos anos, o garoto se tornou um grande mestre.
Você pode fazer qualquer coisa
Há muitos anos, meu pai recebeu o diagnóstico de uma doença cardíaca terminal. Ele se aposentou por incapacidade permanente e não podia ter um emprego fixo. Ficou bem por um período, mas de repente teve um problema e precisou ser hospitalizado.
Como queria fazer alguma coisa para se manter ocupado, ele resolveu trabalhar como voluntário no hospital infantil local. Papai adorava crianças. Era a ocupação perfeita para ele. Acabou trabalhando no setor onde estavam crianças em estado crítico e terminal. Conversava e brincava com elas e faziam trabalhos manuais e artesanato. Às vezes, uma das crianças não resistia. Para confortar os familiares, papai lhes dizia que em breve estaria com seus filhos no Céu e cuidaria deles até sua chegada. Também perguntava ao pai ou à mãe se gostariam de mandar, através dele, uma mensagem para o filho.
As atitudes de meu pai pareciam ajudar as famílias a superar o sofrimento. Certa vez, uma menina de oito ou nove anos foi internada com uma doença rara que a paralisara do pescoço para baixo. Não sei o nome da doença ou qual o prognóstico, mas sei que tudo aquilo era muito triste para a garotinha. Ela não podia fazer nada, estava muito deprimida. Meu pai decidiu tentar ajudá-la. Começou a visitá-la no quarto, levando tintas, pincéis e papel. Ele arrumava o papel num apoio, punha o pincel na boca e começava a pintar. Ele não usava as mãos de forma alguma. Somente a cabeça se mexia. Ele a visitava sempre que podia e pintava para ela. Durante o tempo todo dizia: "Olhe, você pode fazer qualquer coisa que sua mente quiser."
A menina começou então a pintar usando a boca, e ela e meu pai se tornaram amigos. Logo depois, a garotinha saiu do hospital porque os médicos acharam que nada mais poderiam fazer por ela. Meu pai também deixou um pouco o voluntariado no hospital infantil porque ficou doente. Algum tempo depois, ele se recuperou e voltou ao hospital para trabalhar no balcão de atendimento que ficava no hall de entrada. Um dia, as portas da frente se abriram. A menininha que estivera paralisada entrou, mas, dessa vez, andando. Foi até meu pai e o abraçou bem forte. Ela lhe deu um desenho que fizera usando as mãos. Na parte de baixo estava escrito: "Muito obrigado por me ajudar a andar."
Papai chorava sempre que nos contava essa história – e nós também. Ele dizia que, às vezes, o amor tem mais poder do que os médicos. Meu pai – que morreu apenas alguns meses depois que a menina lhe deu o desenho – amava cada criança naquele hospital.
Como queria fazer alguma coisa para se manter ocupado, ele resolveu trabalhar como voluntário no hospital infantil local. Papai adorava crianças. Era a ocupação perfeita para ele. Acabou trabalhando no setor onde estavam crianças em estado crítico e terminal. Conversava e brincava com elas e faziam trabalhos manuais e artesanato. Às vezes, uma das crianças não resistia. Para confortar os familiares, papai lhes dizia que em breve estaria com seus filhos no Céu e cuidaria deles até sua chegada. Também perguntava ao pai ou à mãe se gostariam de mandar, através dele, uma mensagem para o filho.
As atitudes de meu pai pareciam ajudar as famílias a superar o sofrimento. Certa vez, uma menina de oito ou nove anos foi internada com uma doença rara que a paralisara do pescoço para baixo. Não sei o nome da doença ou qual o prognóstico, mas sei que tudo aquilo era muito triste para a garotinha. Ela não podia fazer nada, estava muito deprimida. Meu pai decidiu tentar ajudá-la. Começou a visitá-la no quarto, levando tintas, pincéis e papel. Ele arrumava o papel num apoio, punha o pincel na boca e começava a pintar. Ele não usava as mãos de forma alguma. Somente a cabeça se mexia. Ele a visitava sempre que podia e pintava para ela. Durante o tempo todo dizia: "Olhe, você pode fazer qualquer coisa que sua mente quiser."
A menina começou então a pintar usando a boca, e ela e meu pai se tornaram amigos. Logo depois, a garotinha saiu do hospital porque os médicos acharam que nada mais poderiam fazer por ela. Meu pai também deixou um pouco o voluntariado no hospital infantil porque ficou doente. Algum tempo depois, ele se recuperou e voltou ao hospital para trabalhar no balcão de atendimento que ficava no hall de entrada. Um dia, as portas da frente se abriram. A menininha que estivera paralisada entrou, mas, dessa vez, andando. Foi até meu pai e o abraçou bem forte. Ela lhe deu um desenho que fizera usando as mãos. Na parte de baixo estava escrito: "Muito obrigado por me ajudar a andar."
Papai chorava sempre que nos contava essa história – e nós também. Ele dizia que, às vezes, o amor tem mais poder do que os médicos. Meu pai – que morreu apenas alguns meses depois que a menina lhe deu o desenho – amava cada criança naquele hospital.
sexta-feira, 1 de junho de 2012
A casa dos mil espelhos (folclore japonês)
Tempos atras em um distante e pequeno vilarejo, havia um lugar conhecido como a casa dos 1000 espelhos. Um pequeno e feliz cãozinho soube deste lugar e decidiu visitar. Lá chegando, saltitou feliz escada acima até a entrada da casa. Olhou através da porta de entrada com suas orelhinhas bem levantadas e a cauda balançando tão rapidamente quanto podia. Para sua grande surpresa, deparou-se com outros 1000 pequenos e felizes cãezinhos, todos com suas caudas balançando tão rapidamente quanto a dele. Abriu um enorme sorriso, e foi correspondido com 1000 enormes sorrisos.
Quando saiu da casa, pensou,
- Que lugar maravilhoso! Voltarei sempre, um montão de vezes.
Neste mesmo vilarejo, um outro pequeno cãozinho, que não era tão feliz quanto o primeiro, decidiu visitar a casa. Escalou lentamente as escadas e olhou através da porta. Quando viu 1000 olhares hostis de cães que lhe olhavam fixamente, rosnou e mostrou os dentes e ficou horrorizado ao ver 1000 cães rosnando e mostrando os dentes para ele.
Quando saiu, ele pensou,
- Que lugar horrível, nunca mais volto aqui.
Todos os rostos no mundo são espelhos! Pense nisso!
Quando saiu da casa, pensou,
- Que lugar maravilhoso! Voltarei sempre, um montão de vezes.
Neste mesmo vilarejo, um outro pequeno cãozinho, que não era tão feliz quanto o primeiro, decidiu visitar a casa. Escalou lentamente as escadas e olhou através da porta. Quando viu 1000 olhares hostis de cães que lhe olhavam fixamente, rosnou e mostrou os dentes e ficou horrorizado ao ver 1000 cães rosnando e mostrando os dentes para ele.
Quando saiu, ele pensou,
- Que lugar horrível, nunca mais volto aqui.
Todos os rostos no mundo são espelhos! Pense nisso!
A pescaria mais importante da minha vida
Ele tinha onze anos e, a cada oportunidade que surgia, ia pescar no cais junto ao chalé da família, numa ilha no meio de um lago de New Hampshire.
A temporada de pesca só começaria no dia seguinte, mas ele e o pai saíram no fim da tarde para pegar peixes-lua e percas, cuja pesca era liberada. O menino amarrou uma isca e começou a praticar arremessos, provocando ondulações coloridas na água. Logo as ondulações se tornaram prateadas por causa do efeito da Lua nascendo sobre o lago.
Quando o caniço vergou, soube que havia algo enorme do outro lado da linha. O pai olhava com admiração enquanto o garoto habilmente arrastava o peixe ao longo do cais.
Finalmente, com muito cuidado, ele levantou o peixe exausto da água. Era o maior que já tinha visto, mas era um dos peixes cuja pesca só era permitida na temporada.
O garoto e o pai olharam para o peixe, tão bonito, as guelras para trás e para a frente sob a luz da lua. O pai acendeu um fósforo e olhou o relógio. Eram dez da noite – faltavam duas horas para a abertura da temporada. O pai olhou para o peixe, depois para o menino.
- Você tem de devolvê-lo, filho – ele disse.
- Mas, papai! – reclamou o menino.
- Vai aparecer outro peixe – disse o pai.
- Não tão grande como este – choramingou o filho.
O menino olhou à volta do lago. Não havia outros pescadores ou barcos visíveis ao luar. Olhou novamente para o pai.
Mesmo sem ninguém por perto, o garoto sabia, pela clareza da voz do pai, que a decisão não era negociável. Devagar tirou o anzol da boca do enorme peixe e o devolveu à água escura.
A criatura movimentou rapidamente seu corpo poderoso e desapareceu. O menino desconfiou que jamais veria um peixe tão grande como aquele.
Isso aconteceu há trinta e quatro anos. Hoje, aquele garoto é um arquiteto de sucesso em Nova York. O chalé de seu pai ainda está lá, na ilha do meio do lago, e ele leva seus filhos e filhas para pescar no mesmo cais.
E ele estava certo. Nunca mais conseguiu pescar um peixe tão maravilhoso como o daquela noite, há tanto tempo. Mas ele sempre vê o mesmo peixe – repetidamente – todas as vezes que se depara com uma questão de ética.
Porque, como seu pai lhe ensinou, a ética é simplesmente uma questão de certo e errado. Apenas a prática da ética é que é difícil. Agimos corretamente quando alguém está olhando? Nós nos recusamos a passar por cima de regras para conseguir entregar o projeto a tempo? Ou nos recusamos a negociar ações com base em informações que sabemos que não devíamos ter?
Faríamos isso se nos tivessem ensinado a devolver o peixe para a água quando éramos jovens. Porque teríamos aprendido a verdade.
A decisão de fazer a coisa certa está vívida em nossas lembranças. É uma história que contaremos com orgulho a filhos e netos.
Não é uma história sobre como tivemos a oportunidade de derrotar o sistema e a aproveitamos, mas sobre como fizemos a coisa certa e ficamos fortalecidos para sempre.
Autoria de James P. Lenfestey
A temporada de pesca só começaria no dia seguinte, mas ele e o pai saíram no fim da tarde para pegar peixes-lua e percas, cuja pesca era liberada. O menino amarrou uma isca e começou a praticar arremessos, provocando ondulações coloridas na água. Logo as ondulações se tornaram prateadas por causa do efeito da Lua nascendo sobre o lago.
Quando o caniço vergou, soube que havia algo enorme do outro lado da linha. O pai olhava com admiração enquanto o garoto habilmente arrastava o peixe ao longo do cais.
Finalmente, com muito cuidado, ele levantou o peixe exausto da água. Era o maior que já tinha visto, mas era um dos peixes cuja pesca só era permitida na temporada.
O garoto e o pai olharam para o peixe, tão bonito, as guelras para trás e para a frente sob a luz da lua. O pai acendeu um fósforo e olhou o relógio. Eram dez da noite – faltavam duas horas para a abertura da temporada. O pai olhou para o peixe, depois para o menino.
- Você tem de devolvê-lo, filho – ele disse.
- Mas, papai! – reclamou o menino.
- Vai aparecer outro peixe – disse o pai.
- Não tão grande como este – choramingou o filho.
O menino olhou à volta do lago. Não havia outros pescadores ou barcos visíveis ao luar. Olhou novamente para o pai.
Mesmo sem ninguém por perto, o garoto sabia, pela clareza da voz do pai, que a decisão não era negociável. Devagar tirou o anzol da boca do enorme peixe e o devolveu à água escura.
A criatura movimentou rapidamente seu corpo poderoso e desapareceu. O menino desconfiou que jamais veria um peixe tão grande como aquele.
Isso aconteceu há trinta e quatro anos. Hoje, aquele garoto é um arquiteto de sucesso em Nova York. O chalé de seu pai ainda está lá, na ilha do meio do lago, e ele leva seus filhos e filhas para pescar no mesmo cais.
E ele estava certo. Nunca mais conseguiu pescar um peixe tão maravilhoso como o daquela noite, há tanto tempo. Mas ele sempre vê o mesmo peixe – repetidamente – todas as vezes que se depara com uma questão de ética.
Porque, como seu pai lhe ensinou, a ética é simplesmente uma questão de certo e errado. Apenas a prática da ética é que é difícil. Agimos corretamente quando alguém está olhando? Nós nos recusamos a passar por cima de regras para conseguir entregar o projeto a tempo? Ou nos recusamos a negociar ações com base em informações que sabemos que não devíamos ter?
Faríamos isso se nos tivessem ensinado a devolver o peixe para a água quando éramos jovens. Porque teríamos aprendido a verdade.
A decisão de fazer a coisa certa está vívida em nossas lembranças. É uma história que contaremos com orgulho a filhos e netos.
Não é uma história sobre como tivemos a oportunidade de derrotar o sistema e a aproveitamos, mas sobre como fizemos a coisa certa e ficamos fortalecidos para sempre.
Autoria de James P. Lenfestey
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