Sonhei que fui ao Céu e que um anjo me mostrava as diversas áreas lá
existentes.
Entramos numa sala de trabalho cheia de anjos. O anjo-guia parou no
primeiro departamento e disse: - Esta é a “Recepção”. Aqui, são
recebidas as orações com petições a Deus.
Olhei e vi muitos anjos a organizar os pedidos e bilhetes escritos por
pessoas de todo o mundo. Seguimos até chegarmos à segunda secção.
Esta é a área de “Embalagem e Entrega”.
Aqui, as graças e bênçãos solicitadas são processadas e entregues às
pessoas que as pediram, disse o Anjo.
Notei que, também ali, estavam todos muito ocupados, trabalhando
intensamente, tal era a quantidade de bênçãos solicitadas e que
deveriam ser enviadas.
Finalmente, paramos à frente de uma pequena área e, para minha
surpresa, havia só um anjo sentado ali, desocupado, sem fazer nada.
Esta é a “Secção de Reconhecimento” - disse-me calmamente o meu amigo,
ficando embaraçado. - Mas como é isto? Não há nenhum trabalho por aqui?
- perguntei.
- É tão triste! - O anjo suspirou.
Este blog destina-se a homenagear o nosso Divino Pai Eterno e levar a todos uma palavra de conforto, pensamentos, vídeos e histórias que mostram a grandeza do nosso Pai e como Ele age em tudo que nos cerca. Todas as religiões que exaltam nosso Divino Pai Eterno serão divulgadas nesse espaço, pois, o que mais queremos e a união e o fortalecimento de todos em torno do Pai. Seja Bem-vindo e traga-nos sugestões e pedidos.
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sexta-feira, 13 de abril de 2012
terça-feira, 27 de março de 2012
Para o melhor amigo o melhor pedaço
Serapião era um velho mendigo que perambulava pelas ruas da cidade. Ao seu lado, o fiel escudeiro, um vira-lata que atendia pelo nome de Malhado.
Serapião não pedia dinheiro. Aceitava sempre um pão, uma banana, um pedaço de bolo ou um almoço feito com sobras de comida dos mais abastados. Quando suas roupas estavam imprestáveis, logo era socorrido por alguma alma caridosa. Mudava a apresentação e era alvo de brincadeiras.
Serapião era conhecido como um homem bom, que perdera a razão, a família, os amigos e até a identidade. Não bebia bebida alcoólica, estava sempre tranqüilo, mesmo quando não havia recebido nem um pouco de comida. Dizia sempre que Deus lhe daria um pouco na hora certa e, sempre na hora que Deus determinava, alguém lhe estendia uma porção de alimentos.
Serapião agradecia com reverência e rogava a Deus pela pessoa que o ajudava.
Tudo que ganhava, dava primeiro para o Malhado que, paciente, comia e ficava a esperar por mais um pouco. Não tinha onde dormir; onde anoiteciam, lá dormiam. Quando chovia, procuravam abrigo embaixo da ponte e, ali o mendigo ficava a meditar, com um olhar perdido no horizonte.
Serapião não pedia dinheiro. Aceitava sempre um pão, uma banana, um pedaço de bolo ou um almoço feito com sobras de comida dos mais abastados. Quando suas roupas estavam imprestáveis, logo era socorrido por alguma alma caridosa. Mudava a apresentação e era alvo de brincadeiras.
Serapião era conhecido como um homem bom, que perdera a razão, a família, os amigos e até a identidade. Não bebia bebida alcoólica, estava sempre tranqüilo, mesmo quando não havia recebido nem um pouco de comida. Dizia sempre que Deus lhe daria um pouco na hora certa e, sempre na hora que Deus determinava, alguém lhe estendia uma porção de alimentos.
Serapião agradecia com reverência e rogava a Deus pela pessoa que o ajudava.
Tudo que ganhava, dava primeiro para o Malhado que, paciente, comia e ficava a esperar por mais um pouco. Não tinha onde dormir; onde anoiteciam, lá dormiam. Quando chovia, procuravam abrigo embaixo da ponte e, ali o mendigo ficava a meditar, com um olhar perdido no horizonte.
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