sábado, 31 de agosto de 2013

OS 10 MANDAMENTOS DE THOMAS JEFFERSON

1 - Não deixe para amanhã o que pode fazer hoje.

2 - Não peça ajuda de outros no que pode fazer por si mesmo.

3 - Não compre coisas inúteis sob pretexto de que são baratos.

4 - Não sejas vaidoso nem orgulhoso, pois o orgulho e a vaidade custam mais do que a fome, a sede e o frio.

5 - Não se arrependa de ter comido pouco.

6 - Não gaste seu dinheiro antes de ganha-lo.
7 - Pratique suas ações de boa vontade e nunca se cansarás.

8 - Não tenha ansiedade pois não sabemos o que o futuro nos reserva. As desgraças que mais tememos são, em geral, as que nunca se realizam.

9 - Medite todas as coisas sob um ponto de vista favorável.

10 - Quando estiveres contrariado, conte até dez, antes de proferir qualquer palavra e conte até cem se estiver com raiva.

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

PLANTAR PÁSSAROS

Gualter tem um dom que invejo profundamente: desencadeia assuntos diversos na mesma velocidade que só o fazem as mulheres e  suricates. Bastava o tempo de tomar uma coca-cola para que o gaúcho discorresse sobre OVNIs, bandas dos anos 80 que ainda fazem sucesso, estabilidade de motos estradeiras, vinhos, política internacional, artes marciais, mulheres que amamos, psicoses do dia a dia (se é que se necessita mesmo apartar do item anterior), vegetarianismo e a garota que acabou de passar.
Gualter era imprevisível como o céu de Londres e Deus sabe como isso me fascinava. “Vou comprar um sítio!”. Atirou meu amigo, sem fazer pausa de ar em sua história sobre as câmeras Canon. “E o que você vai fazer lá, Gualter?”. Ele sorriu com aquele ar de quem estava torcendo para que perguntassem: “Vou ter um plantação de pássaros. Várias espécies deles!”. Eu não escutei mal: “plantação”, disse ele. “Terei de fazer um pomar imenso, com muitas frutas e vários tipos de flores. Com os anos, os pássaros brotarão e logo estarão cantando. Sem gaiolas, entende?”. Um gênio!
Gualter era mesmo do tipo que gostava de amores difíceis. Nunca namorou uma mulher que vivesse na mesma cidade, tivesse a mesma faixa etária ou estado civil que ele. Aquele homem adorava desafios, epopeias sentimentais. E quem não adora?
Essa conversa com Gualter me lembrou uma antiga canção basca que adoro: “Eu me apaixonei por um pássaro. Eu queria cortar as suas asas para que ele nunca me deixasse, mas ele não seria mais o pássaro por quem me apaixonei”. Ninguém nunca havia resumido tão bem o amor quanto esta antiga canção basca. Está tudo aí: a primeira beleza, as diferenças, a insegurança, os sentimentos pequenos, a abnegação, a generosidade.

Gualter amava pássaros e só os entendia livres. Porque teimamos em tentar mudar as características que nos seduziram? Porque insistimos em cortar as asas, secar o canto, minar o brilho lindo dos olhos que iluminam também os nossos? Essa conversa toda me preocupou por um tempo: não sou do tipo que planta coisas. Na pré-escola a experiência com feijõezinhos em algodão molhado foi traumática: o meu brotou, fez a curva e morreu. “Até meus cactus morreram, Gualter!”. Gualter me acalmou sorridente: “Talvez você seja o pássaro de alguém, meu amigo”. E mudou de assunto outra vez.

Diego Engenho Novo
Revisão: Ciro Gonçalves / Édima Xavier

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

O valor de nossas mãos

Meu avô, com noventa e tantos anos, sentado debilmente no banco do jardim, não se movia. Estava cabisbaixo olhando suas mãos. Quando me sentei ao seu lado, não notou minha presença , o tempo passava, então lhe perguntei se estava bem.Finalmente, sem querer incomodá-lo, mas querendo saber como ele estava, lhe perguntei como se sentia.

Levantou sua cabeça, me olhou e sorriu. “Estou bem, obrigado por perguntar”, disse com uma forte e clara voz.
Não quis incomodá-lo avô, mas estavas sentado aqui simplesmente olhando suas mãos e quis ter certeza de que estivesse bem, lhe expliquei. Meu avô me perguntou: “Alguma vez você já olhou suas mãos? Quero dizer, realmente olhou suas mãos?”

Lentamente soltei minhas mãos das de meu avô, as abri e as contemplei. Virei as palmas para cima e logo para baixo.
Não, creio que realmente nunca as havia observado. Queria saber o que meu avô queria dizer-me. Meu avô sorriu, e me contou uma história. Pare e pense um momento sobre como tuas mãos tem te servido através dos anos. Estas mãos, ainda que enrugadas, secas e débeis tem sido as ferramentas que usei toda a minha vida para alcançar, pegar e abraçar.

Elas puseram comida em minha boca e roupa em meu corpo.
Quando criança, minha mãe me ensinou a juntá-las em oração. Elas amarraram os cadarços dos meus sapatos, e me ajudaram a calçar minhas botas. Estiveram sujas, esfoladas, ásperas e dobradas. Minhas mãos se mostraram inábeis quando tentei embalar minha filha recém nascida.
Decoradas com uma aliança, mostraram ao mundo que estava casado e que amava alguém muito especial.

Elas tremeram quando enterrei meus pais e esposa, e quando entrei na igreja com minha filha no dia de seu casamento. Tem coberto meu rosto, penteado meu cabelo e lavado e limpado todo meu corpo. E até hoje, quando quase nada de mim funciona bem, estas mãos me ajudam a levantar e a sentar, e se juntam para orar.

Estas mãos são as marcas de onde estive e a dureza de minha vida. Mas, o mais importante, é que são estas mãos que Deus tomará nas suas quando me levar a sua presença.
Desde então, nunca mais vi minhas mãos da mesma maneira. Mas lembro quando Deus esticou Suas mãos e tomou as de meu avô e o levou a Sua presença. Cada vez que vou usar minhas mãos penso em meu avô; na verdade nossas mãos são uma benção.

Hoje me pergunto: O que estou fazendo com minhas mãos?
Estarei usando-as para abraçar e expressar carinho, ou as estarei brandindo para expressar ira e repulsa ao outros.
Hoje, demos graças à Deus por nossas mãos, somente aqueles que as tem sabem o valor que elas representam em nossas vidas.
Desconheço o autor

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

A sabedoria e o equilíbrio

Um paciente de 32 anos procurou um terapeuta para que ele pudesse ajudá-lo com o seu problema.

No dia marcado o paciente falou:
- Preciso de ajuda, não consigo parar de chupar o dedo.

O Terapeuta, com a tranquilidade de quem sabe respondeu:
- Não ligue para isto, mas chupe um dedo diferente a cada dia da semana.

A partir deste momento, o paciente, toda vez que levava a mão a boca, era instintivamente obrigado a escolher o dedo que devia ser objeto de sua atenção naquele dia.

Antes que a semana terminasse ele já estava curado.

Com esta historinha aprendemos que quando temos um hábito, torna-se difícil lidar com ele porque é uma rotina, um automatismo, mas, quando ele passa a nos exigir atitudes novas, decisões, escolhas, então temos consciência de que não vale tanto esforço para mantê-lo.

"A sabedoria é o equilíbrio do discernimento com o amor na manifestação da consciência"

Desconheço o Autor

terça-feira, 27 de agosto de 2013

NO CAMINHO DA PERFEIÇÃO

Recorda sementeira de bênçãos na Terra, se desejas atingir o aperfeiçoamento maior.
       Não há edifício sem base, tanto quanto não existe realização sem esforço.
       Jesus não nos pediu o impossível. Suas lições permanecem vazadas nos quadros mais simples da natureza.
       Nas adjacências de um lago e através de barcos humildes, emoldurou, sem ouro e sem poder humano, a maior epopéia de amor universal da Humanidade.
       Lembra-te de que o serviço de aprimoramento deve começar nos aspectos mais insignificantes de nossa própria vida.
       Um sorriso em casa...Um favor espontâneo aos amigos...Uma prece pelos adversários...Um gesto de fraternidade...O silêncio diante da calúnia...
       Não procures a perfeição pela virtude postiça. Não pretendas voar sem asas.
       Começa hoje o ministério da boa vontade para com todos e amanhã galgarás abençoado equilíbrio em mais amplos degraus da evolução.
       
Emmanuel / Médium Chico Xavier
Livro: Reencontro (extrato) - Ed. GEEM

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

CASAMENTO, MODO DE USAR

Case-se com alguém que adore te escutar contando algo banal como o preço abusivo dos tomates, ou que entenda quando você precisar filosofar sobre os desamores de Nietzsche.
Case-se com alguém que você também adore ouvir. É fácil reconhecer uma voz com quem se deve casar; ela te tranquiliza e ao mesmo tempo te deixa eufórico como em sua infância, quando se ouvia o som do portão abrindo, dos pais finalmente chegando. Observe se não há desespero ou  insegurança no silêncio mútuo, assim sendo, case-se.

Se aquela pessoa não te faz rir, também não serve para casar. Vai chegar a hora em que tudo o que vocês poderão fazer, é rir de si mesmos. E não há nada mais cruel do que estar em apuros com alguém sem espontaneidade, sem vida nos olhos.

Case-se com alguém cheio de defeitos, irritante que seja, mas desconfie dos perfeitinhos que não se despenteiam. Fuja de quem conta pequenas mentiras durante o dia. Observe o caráter, antes de perceber as caspas.

Case-se com alguém por quem tenha tesão. Principalmente tesão de vida. Alguém que não o peça para melhorar, que não o critique gratuitamente, alguém que simplesmente seja tão gracioso e admirável que impregne em você a vontade de ser melhor e maior, para si mesmo.

Para se casar, bastam pequenas habilidades. Certifique-se de que um dos dois sabe cumpri-las. É preciso ter quem troque lâmpadas e quem siga uma receita sem atear fogo na cozinha; é preciso ter alguém que saiba fazer massagem nos pés e alguém que saiba escolher verduras no mercado. E assim segue-se: um faz bolinho de chuva, o outro escolhe bons filmes; um pendura o quadro e o outro cuida para que não fique torto. Tem aquele que escolhe os presentes para as festas de criança e aquele que sabe furar uma parede, e só a parede por ora. Essa é uma das grandes graças da coisa toda, ter uma boa equipe de dois.

Passamos tanto tempo observando se nos encaixamos na cama, se sentimos estalinhos no beijo, se nossos signos se complementam no zodíaco, que deixamos de prestar atenção no que realmente importa; os valores. Essa palavra antiga e, hoje assustadora, nunca deveria sair de moda.

Os lábios se buscam, os corpos encontram espaços, mas quando duas pessoas olham em direções diferentes, simplesmente não podem caminhar juntas. É duro, mas é a verdade. Sabendo que caminho quer trilhar, relaxe! A pessoa certa para casar certamente já o anda trilhando. Como reconhecê-la? Vocês estarão rindo. Rindo-se.

Diego Engenho Novo

domingo, 25 de agosto de 2013

Saia do Facebook - Zygmunt Bauman

Zygmunt Bauman (Poznań, 19 de novembro de 1925) é um sociólogo polonês que iniciou sua carreira na Universidade de Varsóvia, onde teve artigos e livros censurados e em 1968 foi afastado da universidade. Logo em seguida emigrou da Polônia, reconstruindo sua carreira no Canadá, Estados Unidos e Austrália, até chegar à Grã-Bretanha, onde em 1971 se tornou professor titular da universidade de Leeds, cargo que ocupou por vinte anos. Lá conheceu o filósofo islandês Ji Caze, que influenciou sua prodigiosa produção intelectual, pela qual recebeu os prêmios Amalfi (em 1989, por sua obra Modernidade e Holocausto) e Adorno (em 1998, pelo conjunto de sua obra). Atualmente é professor emérito de sociologia das universidades de Leeds e Varsóvia.
Tem mais de dezesseis obras publicadas no Brasil, dentre as quais Amor Líquido, Globalização: as Conseqüências Humanas e Vidas Desperdiçadas. Bauman tornou-se conhecido por suas análises das ligações entre a modernidade e o holocausto, e o consumismo pós-moderno.

Veja o que ele falou sobre o facebook:


sábado, 24 de agosto de 2013

Tudo começa com a prece

Quando você rezar, agradeça a Deus por todas as suas dádivas, pois tudo é Dele, todas as coisas são dádivas que vêm Dele.

Riquezas, materiais ou espirituais podem sufocar você, se não forem utilizadas de maneira correta.

Permaneça "vazio"  o mais que puder, de maneira que Deus possa preenchê-lo.
Nem Deus pode por alguma coisa dentro de algo que já está cheio.  Ele não se impõe a nós.

Você pode rezar qualquer hora, em qualquer lugar. Não é necessário que você esteja em uma capela ou uma igreja.

Deus fala no silêncio do nosso coração e nós ouvimos. E então falamos com Deus com todo o nosso coração e Ele nos ouve.

Vamos agradecer a Deus por todo o Seu amor por nós, em tantas formas e em tantos lugares.

Vamos, em troca, como um ato de gratidão e adoração, decidir-nos a amá-Lo.

- Madre Teresa de Calcutá -