Quero repartir alguns pensamentos do Padre Antônio Vieira, um dos
meus pensadores prediletos. Sua argúcia, seus insights nas Escrituras
e sua afiadíssima pena me fascinam.
“Trouxeram um cego a Cristo, para que o curasse; pôs-lhe o Senhor
as mãos nos olhos e perguntou-lhe se via? Respondeu Video homines
velut arbores ambulantes: que via andar os homens como árvores.
Pergunto: e quando estava este homem mais cego, agora, ou antes?
Agora, não há dúvida, que tinha alguma vista, mas esta vista era
maior cegueira, que a que dantes tinha: porque dantes não via nada,
agora via uma cousa por outra, homens por árvores; e maior
cegueira é ver uma cousa por outra, que não ver nada. Não ver nada
é privação; ver uma cousa por outra é erro. Eis aqui por nunca
acabamos de nos conhecer. Porque olhamos para nós com os olhos
de um mais cego que os cegos, com uns olhos que sempre vêem uma
cousa por outra, e as pequenas lhes parecem grandes. Somos pouco
maiores que as ervas e fingimo-nos tão grandes como as árvores;
somos a cousa mais inconstante do mundo, e cuidamos que temos
raízes; se o inverno nos tirou as folhas, imaginamos que no-las há de
tornar a dar o verão; que sempre havemos de florescer, que
havemos de durar para sempre. Isto somos e isto cuidamos”.
“Quando Deus quis converter aquele tão desvanecido rei
Nabucodonosor, para que se descesse de seus soberbíssimos
pensamentos e conhecesse o que era, o primeiro passo por onde o
encaminhou à penitência, foi transformá-lo em bruto. Sobre o modo
desta transformação há variedade de pareceres entre os doutores:
uns dizem que foi imaginária, outros que foi verdadeira; e posto que
este segundo modo é mais conforme ao Texto, de ambos podia ser.
Se foi transformação imaginária, voltou Nabucodonosor os olhos para
dentro de si mesmo, e viu tão vivamente o que era, que desde aquele
ponto se não teve mais por homem, senão por bruto, e como tal se
tratava. Se foi transformação verdadeira, converter Deus em bruto a
Nabucodonosor, não foi outra cousa que virá-lo de dentro para fora,
para que mostrasse por fora na figura, o que era por dentro na vida.
Oh quão outro se imaginava este grande rei antes do que agora se
via! Dantes não se contentava em ser homem, e imaginava-se Deus:
agora conhecia que era muito menos que homem, porque se via
bruto entre os brutos. Se voltarmos os olhos para dentro de nós, ou se Deus nos virara a nós mesmos de dentro para fora, que diferente
conceito havia de fazer cada um de si, que agora fazemos!“.
Pr. Ricardo Gondim Rodrigues
Este blog destina-se a homenagear o nosso Divino Pai Eterno e levar a todos uma palavra de conforto, pensamentos, vídeos e histórias que mostram a grandeza do nosso Pai e como Ele age em tudo que nos cerca. Todas as religiões que exaltam nosso Divino Pai Eterno serão divulgadas nesse espaço, pois, o que mais queremos e a união e o fortalecimento de todos em torno do Pai. Seja Bem-vindo e traga-nos sugestões e pedidos.
domingo, 16 de fevereiro de 2014
sábado, 15 de fevereiro de 2014
A Fidelidade é a mais Integral de todas as Virtudes Humanas
A fidelidade (...) é a mais integral de todas as virtudes humanas. O homem participa numa batalha e, sem a fidelidade, não conhece a sua luta; apenas usa da violência, interpreta uma vontade, é instrumento de uma opinião. A fidelidade move-o desde a sua origem, é a primeira condição da consciência. Não se efectuam coisas novas sem fidelidade. Não se engrandece a piedade ou se priva com o mais simples sentimento, sem a fidelidade. Uma acção progressiva tem que ter raízes tumulares, raízes naquilo que encerrámos definitivamente - uma era, um conhecimento, uma arte, uma maneira de viver. A fidelidade, disse eu, assegura-nos o tempo de criar e o tempo de destruir o que se tornou inconforme à imagem do homem. Nada é digno de valor, sem fidelidade.
Agustina Bessa-Luís, in 'Alegria do Mundo'
Agustina Bessa-Luís, in 'Alegria do Mundo'
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
Dando o melhor
Muitas coisas se falam a respeito de Beethoven. O fato de ter composto extraordinárias sinfonias, mesmo após a total surdez, é sempre recordado.
Exatamente por causa de sua surdez, ele era pouco sociável. Enquanto pôde, escondeu o fato de sua audição estar comprometida. Evitava as pessoas, porque a conversa se lhe tornara uma prática difícil e humilhante. Era o atestado público da sua deficiência auditiva.
Certo dia, um amigo de Beethoven foi surpreendido pela morte súbita de seu filho. Assim que soube, o músico correu para a casa dele, pleno de sofrimento.
Beethoven não tinha palavras de conforto para oferecer. Não sabia o que dizer. Percebeu, contudo, que num canto da sala havia um piano.
Durante 30 minutos, ele extravasou suas emoções da maneira mais eloqüente que podia. Tocou piano. Ao contato dos seus dedos, as teclas acionadas emitiram lamentos e melodiosa harmonia de consolo.
Assim que terminou, ele foi embora. Mais tarde, o amigo comentou que nenhuma outra visita havia sido tão significativa quanto aquela.
Por vezes, nós também, surpreendidos por notícias muito tristes ou chocantes, não encontramos palavras para expressar conforto ou consolação.
Chegamos ao ponto de não comparecer ao enterro de um amigo, por sentir “não ter jeito” para dizer algo para a viúva ou os filhos órfãos.
Não vamos ao hospital, visitar um enfermo do nosso círculo de relações, porque nos sentimos inibidos. Como chegar? O que levar? O que dizer?
Aprendamos com o gesto do imortal Beethoven. Na ausência de palavras, permitamos que falem os nossos sentimentos.
Desconheço a autoria
Exatamente por causa de sua surdez, ele era pouco sociável. Enquanto pôde, escondeu o fato de sua audição estar comprometida. Evitava as pessoas, porque a conversa se lhe tornara uma prática difícil e humilhante. Era o atestado público da sua deficiência auditiva.
Certo dia, um amigo de Beethoven foi surpreendido pela morte súbita de seu filho. Assim que soube, o músico correu para a casa dele, pleno de sofrimento.
Beethoven não tinha palavras de conforto para oferecer. Não sabia o que dizer. Percebeu, contudo, que num canto da sala havia um piano.
Durante 30 minutos, ele extravasou suas emoções da maneira mais eloqüente que podia. Tocou piano. Ao contato dos seus dedos, as teclas acionadas emitiram lamentos e melodiosa harmonia de consolo.
Assim que terminou, ele foi embora. Mais tarde, o amigo comentou que nenhuma outra visita havia sido tão significativa quanto aquela.
Por vezes, nós também, surpreendidos por notícias muito tristes ou chocantes, não encontramos palavras para expressar conforto ou consolação.
Chegamos ao ponto de não comparecer ao enterro de um amigo, por sentir “não ter jeito” para dizer algo para a viúva ou os filhos órfãos.
Não vamos ao hospital, visitar um enfermo do nosso círculo de relações, porque nos sentimos inibidos. Como chegar? O que levar? O que dizer?
Aprendamos com o gesto do imortal Beethoven. Na ausência de palavras, permitamos que falem os nossos sentimentos.
Desconheço a autoria
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
O oleiro e o poeta
Há muito tempo, em uma pequena cidade do Oriente Médio, ocorreu uma rixa entre um jovem poeta e um oleiro.
Para evitar que o tumulto se agravasse, eles foram levados à presença do juiz do lugarejo.
O juiz, homem íntegro e bondoso, interrogou primeiramente o oleiro, que parecia muito exaltado.
- Disseram-me que você foi agredido? Isso é verdade?
- Sim, senhor juiz, confirmou o oleiro. Fui agredido em minha própria casa por este poeta. Eu estava, como de costume, trabalhando em minha oficina, quando ouvi um ruído e a seguir um baque. Quando fui à janela pude constatar que o poeta havia atirado com violência uma pedra, que partiu um dos vasos que estava a secar perto da porta.
- Exijo uma indenização! Gritava o oleiro.
O juiz voltou-se para o poeta e perguntou-lhe serenamente:
- Como justifica o seu estranho proceder?
- Senhor juiz, o caso é simples. Disse o poeta.
Há três dias eu passava pela frente da casa do oleiro, quando percebi que ele declamava um dos meus poemas. Notei com tristeza que os versos estavam errados. Meus poemas eram mutilados pelo oleiro.
Aproximei-me dele e ensinei-lhe a declamá-los da forma certa, o que ele fez sem grande dificuldade.
No dia seguinte, passei pelo mesmo lugar e ouvi novamente o oleiro a repetir os mesmos versos de forma errada. Cheio de paciência tornei a ensinar-lhe a maneira correta e pedi-lhe que não tornasse a deturpá-los.
Hoje, finalmente, eu regressava do trabalho quando, ao passar diante da casa do oleiro, percebi que ele declamava minha poesia estropiando as rimas e mutilando vergonhosamente os versos.
Não me contive. Apanhei uma pedra e parti com ela um de seus vasos. Como vê, meu comportamento nada mais é do que uma represália pela conduta do oleiro.
Ao ouvir as alegações do poeta, o juiz dirigiu-se ao oleiro e declarou:
- Que esse caso, caro oleiro, sirva de lição para o futuro. Procure respeitar as obras alheias a fim de que os outros artistas respeitem as suas. Se você equivocadamente julgava-se no direito de quebrar o verso do poeta, achou-se também o poeta egoisticamente no direito de quebrar o seu vaso.
E a sentença foi a seguinte:
- Determino que o oleiro fabrique um novo vaso de linhas perfeitas e cores harmoniosas, no qual o poeta escreverá um de seus lindos versos. Esse vaso será vendido em leilão e a importância obtida pela venda deverá ser dividida em partes iguais entre ambos.
A notícia sobre a forma inesperada como o sábio juiz resolveu a disputa espalhou-se rapidamente.
Foram vendidos muitos vasos feitos pelo oleiro e adornados com os versos do poeta. Em pouco tempo Nagib e Fauzi prosperaram muito. Tornaram-se amigos e cada qual passou a respeitar e a admirar o trabalho do outro.
O oleiro mostrava-se arrebatado ao ouvir os versos do poeta, enquanto o poeta encantava-se com os vasos admiráveis do oleiro.
Desconheço a autoria
Para evitar que o tumulto se agravasse, eles foram levados à presença do juiz do lugarejo.
O juiz, homem íntegro e bondoso, interrogou primeiramente o oleiro, que parecia muito exaltado.
- Disseram-me que você foi agredido? Isso é verdade?
- Sim, senhor juiz, confirmou o oleiro. Fui agredido em minha própria casa por este poeta. Eu estava, como de costume, trabalhando em minha oficina, quando ouvi um ruído e a seguir um baque. Quando fui à janela pude constatar que o poeta havia atirado com violência uma pedra, que partiu um dos vasos que estava a secar perto da porta.
- Exijo uma indenização! Gritava o oleiro.
O juiz voltou-se para o poeta e perguntou-lhe serenamente:
- Como justifica o seu estranho proceder?
- Senhor juiz, o caso é simples. Disse o poeta.
Há três dias eu passava pela frente da casa do oleiro, quando percebi que ele declamava um dos meus poemas. Notei com tristeza que os versos estavam errados. Meus poemas eram mutilados pelo oleiro.
Aproximei-me dele e ensinei-lhe a declamá-los da forma certa, o que ele fez sem grande dificuldade.
No dia seguinte, passei pelo mesmo lugar e ouvi novamente o oleiro a repetir os mesmos versos de forma errada. Cheio de paciência tornei a ensinar-lhe a maneira correta e pedi-lhe que não tornasse a deturpá-los.
Hoje, finalmente, eu regressava do trabalho quando, ao passar diante da casa do oleiro, percebi que ele declamava minha poesia estropiando as rimas e mutilando vergonhosamente os versos.
Não me contive. Apanhei uma pedra e parti com ela um de seus vasos. Como vê, meu comportamento nada mais é do que uma represália pela conduta do oleiro.
Ao ouvir as alegações do poeta, o juiz dirigiu-se ao oleiro e declarou:
- Que esse caso, caro oleiro, sirva de lição para o futuro. Procure respeitar as obras alheias a fim de que os outros artistas respeitem as suas. Se você equivocadamente julgava-se no direito de quebrar o verso do poeta, achou-se também o poeta egoisticamente no direito de quebrar o seu vaso.
E a sentença foi a seguinte:
- Determino que o oleiro fabrique um novo vaso de linhas perfeitas e cores harmoniosas, no qual o poeta escreverá um de seus lindos versos. Esse vaso será vendido em leilão e a importância obtida pela venda deverá ser dividida em partes iguais entre ambos.
A notícia sobre a forma inesperada como o sábio juiz resolveu a disputa espalhou-se rapidamente.
Foram vendidos muitos vasos feitos pelo oleiro e adornados com os versos do poeta. Em pouco tempo Nagib e Fauzi prosperaram muito. Tornaram-se amigos e cada qual passou a respeitar e a admirar o trabalho do outro.
O oleiro mostrava-se arrebatado ao ouvir os versos do poeta, enquanto o poeta encantava-se com os vasos admiráveis do oleiro.
Desconheço a autoria
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
O orgulho é o caminho do erro
O orgulho é o caminho do erro; a humildade, o caminho da
verdade. Quem diz “sei”, ignora, quem julga que nada sabe,
começa a entrever clarões da ciência. Na vida moral (diz o
Evangelho) os humildes verão a Deus.
Devemo-nos encher tanto de bons propósitos que eles extravasem
na expressão dos olhos, como o bom sangue aflora ao rosto. E este
vestido veste o exterior. Embora haja espíritos feios em corpos lindos,
jamais há fealdade de expressão em almas belas.
Jesus não revolucionou o mundo pelo pensamento, mas pelo
sentimento. Não se pode ser cristão sem ter coração. A teoria do
cristianismo é o amor; sua prática, o amor.
Almas cristãs de trato severo, de expressão austera, de afeto seco,
de contato duro, de aproximação fria não fazem sentido, não condizem
com o sonho do coração de Jesus, que é todo doçura.
Há religiosos de profundo saber, de poderosa intelectualidade,
severos praticantes, mas almas geladas! – não têm uma migalha de
cristianismo nos seus corações vazios.
Chegar à divindade de Jesus pelo coração simples é o caminho
mais direto que chegar pela razão. A luz da fé desce dos céus aos
corações humanos, a da razão sobe das mentes para Deus.
Jesus também é beleza. A beleza cultiva-se com emoção. E como
toda beleza sofre em cada alma sua interpretação estética, Jesus recebe
em cada consciência sua interpretação bela.
Creiam, todos os caminhos honrados levam à salvação. Dentro de
qualquer denominação pode haver santos (separados para Deus).
No homem há dois seres: o divino e o humano. Com o primeiro,
põe os olhos em Deus, como o segundo, pisa a terra. O homem divino deve-se alimentar de divino: a Verdade, a Justiça, o Amor, a Beleza – e
edificar, assim, o homem humano, cuja humanidade lhe foi dada para
atravessar a vida com a tarefa de, por suas virtudes, se aproximar do
Criador, entregando-lhe, na hora da morte, a alma limpa como uma
patena.
Antero de Figueiredo
Escritor Português
verdade. Quem diz “sei”, ignora, quem julga que nada sabe,
começa a entrever clarões da ciência. Na vida moral (diz o
Evangelho) os humildes verão a Deus.
Devemo-nos encher tanto de bons propósitos que eles extravasem
na expressão dos olhos, como o bom sangue aflora ao rosto. E este
vestido veste o exterior. Embora haja espíritos feios em corpos lindos,
jamais há fealdade de expressão em almas belas.
Jesus não revolucionou o mundo pelo pensamento, mas pelo
sentimento. Não se pode ser cristão sem ter coração. A teoria do
cristianismo é o amor; sua prática, o amor.
Almas cristãs de trato severo, de expressão austera, de afeto seco,
de contato duro, de aproximação fria não fazem sentido, não condizem
com o sonho do coração de Jesus, que é todo doçura.
Há religiosos de profundo saber, de poderosa intelectualidade,
severos praticantes, mas almas geladas! – não têm uma migalha de
cristianismo nos seus corações vazios.
Chegar à divindade de Jesus pelo coração simples é o caminho
mais direto que chegar pela razão. A luz da fé desce dos céus aos
corações humanos, a da razão sobe das mentes para Deus.
Jesus também é beleza. A beleza cultiva-se com emoção. E como
toda beleza sofre em cada alma sua interpretação estética, Jesus recebe
em cada consciência sua interpretação bela.
Creiam, todos os caminhos honrados levam à salvação. Dentro de
qualquer denominação pode haver santos (separados para Deus).
No homem há dois seres: o divino e o humano. Com o primeiro,
põe os olhos em Deus, como o segundo, pisa a terra. O homem divino deve-se alimentar de divino: a Verdade, a Justiça, o Amor, a Beleza – e
edificar, assim, o homem humano, cuja humanidade lhe foi dada para
atravessar a vida com a tarefa de, por suas virtudes, se aproximar do
Criador, entregando-lhe, na hora da morte, a alma limpa como uma
patena.
Antero de Figueiredo
Escritor Português
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
Faça Hoje, Não Amanhã
Diz o preguiçoso: "Amanhã farei." Exclama o fraco: "Amanhã terei forças." Assevera o delinqüente: "Amanhã regenero-me." É imperioso reconhecer, porém, que a criatura, adiando o esforço pessoal, não alcançou, ainda, a noção real do tempo. Quem não aproveita a bênção do dia vive distante da glória do século. A alma sem coragem de avançar cem passos não caminhará vinte mil. O lavrador que perde a hora de semear não consegue prever as conseqüências da procrastinação do serviço a que se devota, porque, entre uma hora e outra, podem surgir impedimentos e lutas de indefinível duração. Muita gente aguarda a morte para entrar numa boa vida. Contudo a lei é clara quanto à destinação de cada um de nós. Alcançaremos sempre os resultados a que nos propomos. Se todas as aves possuem asas, nem todas se ajustam à mesma tarefa nem planam no mesmo nível. A andorinha voa na direção do clima primaveril, mas o corvo, de modo geral, se consagra, em qualquer tempo, aos detritos do chão. Aquilo que o homem procura agora surpreenderá amanhã, à frente dos olhos e em torno do coração. Cuida, pois, de fazer, sem delonga, quanto deve ser feito em benefício de tua própria felicidade, porque o Amanhã será muito agradável e benéfico somente para aquele que trabalha no bem, que cresce no ideal superior e que aperfeiçoa nas abençoadas horas de Hoje.
Emmanuel psicografada por Chico Xavier
Emmanuel psicografada por Chico Xavier
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
Todo dia existe Deus
Um dia me perguntaram se eu acreditava em Deus...
...eu então lhes respondi da maneira como eu pensava.
Todo dia existe Deus...
...num sorriso de criança,
no canto dos passarinhos,
num olhar, numa esperança.
Todo dia existe Deus...
...na harmonia das cores,
na natureza esquecida,
na fresca aragem da brisa,
na própria essência da vida.
Todo dia existe Deus...
...no regato cristalino,
no pequeno servo do mar,
nas ondas lavando as praias,
na clara luz do luar.
Todo dia existe Deus...
...na escuridão do infinito
todo ponteado de estrelas,
na amplidão do universo,
no simples prazer de vê-las.
Todo dia existe Deus...
...nos segredos desta vida,
no germinar da semente,
nos movimentos da Terra
que gira incessantemente.
Todo dia existe Deus...
...no orvalho sobre a relva,
na natureza que encanta,
no cheiro que vem da terra
e no sol que se levanta.
Todo dia existe Deus...
...nas flores que desabrocham
perfumando a atmosfera,
nas folhas novas que brotam
anunciando a primavera.
Deus é capaz,
Deus é paz,
Deus é esperança.
É o alento do aflito,
o Criador do Universo,
da luz, do ar, da aliança.
Deus é a justiça perfeita
que emana do coração.
Ao perdoar quem ofende
Ele é o próprio perdão.
Será que você ainda não viu o rosto de Deus
no colorido mais belo
dos olhos dos filhos seus?
Deus é constante e perene. É divino!
De tal sorte que sendo essência da vida
é o descanso na morte...
Não há vida sem volta e não há volta sem vida...
A morte não é morte, é só a porta da vida.
Todo dia existe Deus...
No ciclo da natureza, neste ir e vir constante,
no broto que se renova, na vida que segue adiante,
em quem semeia bondade e em quem ajuda o irmão,
colhendo felicidade, cumprindo a sua missão...
Todo dia existe Deus...
...no suor de quem trabalha,
no calo duro das mãos,
no homem que planta trigo,
no trigo que faz o pão.
Você pode sentir Deus pulsar...
...dentro do seu coração!!!
Autora: Rita Pando (visto na Internet)
...eu então lhes respondi da maneira como eu pensava.
Todo dia existe Deus...
...num sorriso de criança,
no canto dos passarinhos,
num olhar, numa esperança.
Todo dia existe Deus...
...na harmonia das cores,
na natureza esquecida,
na fresca aragem da brisa,
na própria essência da vida.
Todo dia existe Deus...
...no regato cristalino,
no pequeno servo do mar,
nas ondas lavando as praias,
na clara luz do luar.
Todo dia existe Deus...
...na escuridão do infinito
todo ponteado de estrelas,
na amplidão do universo,
no simples prazer de vê-las.
Todo dia existe Deus...
...nos segredos desta vida,
no germinar da semente,
nos movimentos da Terra
que gira incessantemente.
Todo dia existe Deus...
...no orvalho sobre a relva,
na natureza que encanta,
no cheiro que vem da terra
e no sol que se levanta.
Todo dia existe Deus...
...nas flores que desabrocham
perfumando a atmosfera,
nas folhas novas que brotam
anunciando a primavera.
Deus é capaz,
Deus é paz,
Deus é esperança.
É o alento do aflito,
o Criador do Universo,
da luz, do ar, da aliança.
Deus é a justiça perfeita
que emana do coração.
Ao perdoar quem ofende
Ele é o próprio perdão.
Será que você ainda não viu o rosto de Deus
no colorido mais belo
dos olhos dos filhos seus?
Deus é constante e perene. É divino!
De tal sorte que sendo essência da vida
é o descanso na morte...
Não há vida sem volta e não há volta sem vida...
A morte não é morte, é só a porta da vida.
Todo dia existe Deus...
No ciclo da natureza, neste ir e vir constante,
no broto que se renova, na vida que segue adiante,
em quem semeia bondade e em quem ajuda o irmão,
colhendo felicidade, cumprindo a sua missão...
Todo dia existe Deus...
...no suor de quem trabalha,
no calo duro das mãos,
no homem que planta trigo,
no trigo que faz o pão.
Você pode sentir Deus pulsar...
...dentro do seu coração!!!
Autora: Rita Pando (visto na Internet)
domingo, 9 de fevereiro de 2014
ECO DA VIDA
Um pequeno garoto e seu pai caminhavam pelas montanhas.
De repente o garoto cai, se machuca e grita:
- Aai!!!
Para sua surpresa escuta a voz se repetir em algum lugar da montanha:
- Aai!!!
Curioso pergunta: - Quem é você?
Recebe como resposta: - Quem é você?
Contrariado grita: - Seu covarde!!!
Escuta como resposta: - Seu covarde!!!
Olha para o pai e pergunta aflito: - O que é isso?
O pai sorri e fala: - Meu filho, preste atenção!!!
Então o pai grita em direção a montanha: - Eu admiro você!
A voz responde: - Eu admiro você!
De novo o homem grita: - Você é um campeão!
A voz responde: - Você é um campeão!
O garoto fica espantado sem entender nada.
Então o pai explica:
As pessoas chamam isso de ECO , mas na verdade isso é a vida.
Ela lhe dá de volta tudo que você diz ou faz.
Nossa vida é simplesmente o reflexo das nossas ações.
Se você quer mais amor no mundo, crie mais amor no seu coração.
Se você quer mais responsabilidade da sua equipe, desenvolva a sua responsabilidade.
Se você quer mais tolerância das pessoas, seja mais tolerante.
Se você quer mais alegria no mundo, seja mais alegre.
Tanto no plano pessoal quanto no profissional, a vida vai lhe dar de volta o que você deu a ela.
SUA VIDA NÃO É UMA COINCIDÊNCIA;
SUA VIDA É A CONSEQÜÊNCIA DE VOCÊ MESMO!!!
Autor desconhecido
De repente o garoto cai, se machuca e grita:
- Aai!!!
Para sua surpresa escuta a voz se repetir em algum lugar da montanha:
- Aai!!!
Curioso pergunta: - Quem é você?
Recebe como resposta: - Quem é você?
Contrariado grita: - Seu covarde!!!
Escuta como resposta: - Seu covarde!!!
Olha para o pai e pergunta aflito: - O que é isso?
O pai sorri e fala: - Meu filho, preste atenção!!!
Então o pai grita em direção a montanha: - Eu admiro você!
A voz responde: - Eu admiro você!
De novo o homem grita: - Você é um campeão!
A voz responde: - Você é um campeão!
O garoto fica espantado sem entender nada.
Então o pai explica:
As pessoas chamam isso de ECO , mas na verdade isso é a vida.
Ela lhe dá de volta tudo que você diz ou faz.
Nossa vida é simplesmente o reflexo das nossas ações.
Se você quer mais amor no mundo, crie mais amor no seu coração.
Se você quer mais responsabilidade da sua equipe, desenvolva a sua responsabilidade.
Se você quer mais tolerância das pessoas, seja mais tolerante.
Se você quer mais alegria no mundo, seja mais alegre.
Tanto no plano pessoal quanto no profissional, a vida vai lhe dar de volta o que você deu a ela.
SUA VIDA NÃO É UMA COINCIDÊNCIA;
SUA VIDA É A CONSEQÜÊNCIA DE VOCÊ MESMO!!!
Autor desconhecido
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